sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025
terça-feira, 25 de fevereiro de 2025
domingo, 23 de fevereiro de 2025
Lindas e marombadas
Bezzgarden: Beezzgarden é uma artista amigável e expressiva conhecida por seu trabalho como Hellbilly Haunt e é entusiasta do fitness. Com uma forte presença no Instagram e no TikTok, Bee compartilha suas fotografias criativas e conteúdo envolvente com seus fiéis seguidores que são mais de 37,6 mil nas redes sociais. Sua personalidade única brilha em suas postagens, apresentando uma mistura de charme lúdico e dedicação ao seu trabalho. A visão artística de Bee fica evidente em seu trabalho, chamando a atenção a cada postagem e vídeo compartilhado nas plataformas de mídia social. Com paixão por conhecer novas pessoas e viver a vida ao máximo, Bee é uma presença vibrante na comunidade online. Fique de olho no conteúdo exclusivo da Bee em plataformas como OnlyFans e Playboy, onde ela continua mostrando seus talentos e interagindo com seu público. No geral, Beezzgarden é uma artista dinâmica e multifacetada que traz uma nova perspectiva ao cenário digital.
Poucos fã poderão ver a modelo Beezzgarden se despindo de seu corpo nu em vídeos expostos no Instagram e fotos pornográficas de Onlyfans que apenas fãs vazam, ou para adultos em Bitchesgirls.com. Você sabe qual é o verdadeiro nome de Beezzgarden?
Xinia: Brenna Gorman, conhecida como XINIA, compartilha conteúdo de fitness e estilo de vida em plataformas de mídia social como o TikTok. Ela costuma postar sobre exercícios na academia, tatuagens e motivação pessoal. Com foco nas tendências e no humor relacionados à academia, seu conteúdo ressoa entre os seguidores interessados em fitness e musculação. Os vídeos de XINIA mostram sua dedicação em manter-se em forma e sua jornada rumo ao crescimento e força pessoal. Ela interage com seu público por meio de postagens motivacionais e identificáveis, com o objetivo de inspirar outras pessoas a buscarem seus objetivos de condicionamento físico.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025
Sobre Emilia Pérez: o prêmio de filme superestimado vai para...
O filme Emilia Pérez é um filme que conquistou 13 indicações ao Oscar, o maior prêmio de filmes do mundo. Só que devido a diversos problemas, dentro e fora da película, ele se tornou ruim além da conta. Mas vamos por partes.
Em Emília Pérez, Rita (Zoe Saldana), uma advogada altamente qualificada e insatisfeita com sua carreira em uma firma que encobre crimes, encontra uma oportunidade única de mudar de vida. Cansada de desperdiçar seus talentos, ela recebe uma proposta do chefe de um cartel, Juan Del Monte, que deseja se aposentar e desaparecer, deixando para trás sua identidade criminosa. No entanto, o plano de Juan é muito mais complexo do que Rita imagina. Ele não apenas quer fugir das autoridades, mas também pretende se transformar em uma nova pessoa: Emília Pérez (Karla Sofía Gascón), a mulher que sempre desejou ser. Rita se envolve nesse processo, ajudando Juan a assumir uma nova identidade e a se libertar de sua vida anterior. A história, que se passa no México, mistura ação, suspense e música, redefinindo o gênero e quebrando expectativas. Enquanto Rita e Juan lutam para concretizar esse plano arriscado, eles enfrentam dilemas sobre identidade, poder e felicidade.
Só lembrando que esse filme, é na verdade um musical. Dentro de obras assim, é comum usar as músicas como uma fuga da realidade, mas a obra em si é meio sofrível em diversos pontos.
Primeiro começa pela retratação do México, de forma estereotipada e preconceituosa. Como uma sobreposição de mariachis, que não tem relação nenhuma com a história. Só para dizer que está no território mexicano. As letras das músicas tem cada pérola, como "from penis to vagina". Que é um grave modo de se referir a comunidades LGBTQIAPN+, com palavras bem ofensivas. Mesmo que a protagonista seja feita por uma mulher trans. O que não é grande coisa, como verão mais a frente. Sem contar que tratam aquele país é violento, do nada! Eles conseguem ser desrespeitosos com minorias trans e com latino-americanos, em uma só patada.
Há uma boa (não maravilhosa) atuação de Zoe Saldana e Sófia Gascon, mas nenhuma dessas pessoas conseguiu ter um sotaque mexicano bom. Nem Selena Gomes, consegue ter uma boa leitura dos textos dessa novela (nem sequer mexicana) que foi o filme. Só lembrando que Zoe é americana (com descendência latina), Sófia é espanhola e Selena é descendente de mexicanos. Dos principais só tinha UMA mexicana entre os principais atores!
Sem contar que quando se transforma em Emilia, a personagem ao invés de se entregar - como seria o mais correto, se deve crise de consciência - ela faz uma ONG para encontrar os corpos. Que crise é essa?! Só estava fazendo um desfecho de uma crise que ela mesmo criou. E com isso, outros membros de cartel ficam comovidos. Tudo bem ter suspensão de descrença, mas isso já fica ridículo! ´
Só lembrando que esse filme, é na verdade um musical. Dentro de obras assim, é comum usar as músicas como uma fuga da realidade, mas a obra em si é meio sofrível em diversos pontos.
Primeiro começa pela retratação do México, de forma estereotipada e preconceituosa. Como uma sobreposição de mariachis, que não tem relação nenhuma com a história. Só para dizer que está no território mexicano. As letras das músicas tem cada pérola, como "from penis to vagina". Que é um grave modo de se referir a comunidades LGBTQIAPN+, com palavras bem ofensivas. Mesmo que a protagonista seja feita por uma mulher trans. O que não é grande coisa, como verão mais a frente. Sem contar que tratam aquele país é violento, do nada! Eles conseguem ser desrespeitosos com minorias trans e com latino-americanos, em uma só patada.
Há uma boa (não maravilhosa) atuação de Zoe Saldana e Sófia Gascon, mas nenhuma dessas pessoas conseguiu ter um sotaque mexicano bom. Nem Selena Gomes, consegue ter uma boa leitura dos textos dessa novela (nem sequer mexicana) que foi o filme. Só lembrando que Zoe é americana (com descendência latina), Sófia é espanhola e Selena é descendente de mexicanos. Dos principais só tinha UMA mexicana entre os principais atores!
Sem contar que quando se transforma em Emilia, a personagem ao invés de se entregar - como seria o mais correto, se deve crise de consciência - ela faz uma ONG para encontrar os corpos. Que crise é essa?! Só estava fazendo um desfecho de uma crise que ela mesmo criou. E com isso, outros membros de cartel ficam comovidos. Tudo bem ter suspensão de descrença, mas isso já fica ridículo! ´
Emilia Pérez é sequestrada, pela personagem da Selena Gomes, sua ex-mulher da protagonista. Tem um caos e Emilia morre, se tornando uma espécie de santa! Como?
Sei que vai parecer uma curiosidade inútil, mas algo que reparei vendo Emilia Pérez é que tem a aparição da camisa do San Lorenzo, da Argentina, e do El Nacional, do Equador e nenhuma camisa de time de futebol mexicano.
Pior é o seguinte: o casal de youtubers, Leon e Nilce declarou algo que resume o final: pode ser que uma pessoa ruim melhore? Claro! Mas parte dessa história, mais parece que queriam juntar - de forma lúdica - os parentes dos mortos no 11 de Setembro, junto a terroristas do Al Qaeda. Não encaixa.
Isso sem contar que a representação de uma mulher trans, que deveria ser algo com relação a questão mais bem abordada é pífia. Parece que ela mudou o corpo e e mudou a personalidade. O que a comunidade LGBTQIAPN+ vai contra. É a mesma pessoa, que só externaliza o que sempre foi.
Mas o diretor revelou algo que deixou ainda pior a situação do filme. Ele não pesquisou sobre o país ao qual fez o filme. Jacques Audiard, fez esse filme inspirado em um conto, com uma premissa próxima e por ter ido ao país. Mesmo encantado pela cultura, ele não usou nada de lá, em relação ao projeto. Então, temos um filme... Musical... Feito por franceses... Com atores norte-americanos... Ok... E tem gente querendo saber por qual motivo a América Latina odiar ele? Isso sem contar que o filme mal deve cenas gravadas no México. E para piorar, ele diz que o idioma mexicano é sujo...
Isso sem contar que a representação de uma mulher trans, que deveria ser algo com relação a questão mais bem abordada é pífia. Parece que ela mudou o corpo e e mudou a personalidade. O que a comunidade LGBTQIAPN+ vai contra. É a mesma pessoa, que só externaliza o que sempre foi.
Mas o diretor revelou algo que deixou ainda pior a situação do filme. Ele não pesquisou sobre o país ao qual fez o filme. Jacques Audiard, fez esse filme inspirado em um conto, com uma premissa próxima e por ter ido ao país. Mesmo encantado pela cultura, ele não usou nada de lá, em relação ao projeto. Então, temos um filme... Musical... Feito por franceses... Com atores norte-americanos... Ok... E tem gente querendo saber por qual motivo a América Latina odiar ele? Isso sem contar que o filme mal deve cenas gravadas no México. E para piorar, ele diz que o idioma mexicano é sujo...
Mas depois de algum tempo, a atriz trans Emilia Pérez se revelou. Só para constar, até então, antes do Globo de Ouro, Sofia não parecia ameaçadora. Ela até foi DEFENDIDA por Fernanda Torres, atriz de outro filme que está concorrendo ao Oscar, Ainda Estou Aqui, de Walter Sales, inspirado na história de Eunice Paiva e o sequestro e morte de seu marido, o político Rubens Paiva. Sendo que o filme de Sales e Fernanda, estão competindo no prêmio. Ou seja, Torres foi bacana demais, já falando que não havia essa de competir.
Entretanto, Sofia acusou o pessoal que trabalhava com Fernanda Torres, de estarem a atacando nas redes sociais... E isso não é permitido pelas regras do Oscar, digo, divulgar isso. Esse fato deveria ser levado ao prêmio, no máximo. Entretanto, a atriz trans não demonstrou nenhuma prova disso. Isso claramente foi um método de potencializar a raiva pelo filme, mas que saiu um pouco do controle de Karla Sofia.
Isso lembra uma coisa do passado: Fernanda Montenegro, mãe de Fernanda Torres, perdeu o Oscar para Gwineth Paltrow, por atuação em Shakespeare Apaixonado. Que até hoje, muitos comentam ser uma atuação pífia, em comparação de Montenegro. Nota do autor: FOI MESMO! O que é engraçado que a mesma estrategista de marketing do filme sobre Shakespeare, é a de Emilia Pérez agora. Curioso...
O que é engraçado, pois antes disso, o Jornal Le Monde, país que fez Emilia Pérez, apagou 21 mil comentários de brasileiros depois de criticar o filme. Nada falou contra o filme de sua terra, é lógico... Voltaram com uma esquete de blackface, feita por Fernanda Torres, de vinte anos atrás, que ela mesmo admite ter sido algo errado que fez. O que é engraçado é que nem comentaram muito sobre os tweets de Karla Sofia Gascón, que estão cheios de "problemas de preconceito".
Ela tentou se retratar. Só que já ouviu falar de "cala a boca que é melhor"? Então, não devem ter falado isso para a Karla Sofia. Pois só piorou a sua situação. Nem o nome do filme aparece nas divulgações mais e nem sequer a imagem da Karla aparece. E ela é a protagonista!
Isso lembra uma coisa do passado: Fernanda Montenegro, mãe de Fernanda Torres, perdeu o Oscar para Gwineth Paltrow, por atuação em Shakespeare Apaixonado. Que até hoje, muitos comentam ser uma atuação pífia, em comparação de Montenegro. Nota do autor: FOI MESMO! O que é engraçado que a mesma estrategista de marketing do filme sobre Shakespeare, é a de Emilia Pérez agora. Curioso...
O que é engraçado, pois antes disso, o Jornal Le Monde, país que fez Emilia Pérez, apagou 21 mil comentários de brasileiros depois de criticar o filme. Nada falou contra o filme de sua terra, é lógico... Voltaram com uma esquete de blackface, feita por Fernanda Torres, de vinte anos atrás, que ela mesmo admite ter sido algo errado que fez. O que é engraçado é que nem comentaram muito sobre os tweets de Karla Sofia Gascón, que estão cheios de "problemas de preconceito".
Ela tentou se retratar. Só que já ouviu falar de "cala a boca que é melhor"? Então, não devem ter falado isso para a Karla Sofia. Pois só piorou a sua situação. Nem o nome do filme aparece nas divulgações mais e nem sequer a imagem da Karla aparece. E ela é a protagonista!
Isso sem contar que os mexicanos fizeram uma paródia MELHOR que Emilia Pérez. "JOHANNE SACREBLEU". Minha nossa...
Ele é estereotipado, ofensivo, supérfluo e tedioso. Especialmente se compararmos, como musical, que saiu no mesmo ano de Wicked. Também vai ser lúdico, mas cabe e consegue ser uma boa mensagem, sem ofender ninguém. Nem as músicas parecem ser músicas, em um musical.
Tentar falar sobre tráfico de drogas, cartéis, corrupção, paternidade, família, pobreza, amor, luto, feminilidade e transexualidade, não deve ser feito de qualquer forma. De forma chula. E é isso que Emilia Pérez faz.
Ele é estereotipado, ofensivo, supérfluo e tedioso. Especialmente se compararmos, como musical, que saiu no mesmo ano de Wicked. Também vai ser lúdico, mas cabe e consegue ser uma boa mensagem, sem ofender ninguém. Nem as músicas parecem ser músicas, em um musical.
Tentar falar sobre tráfico de drogas, cartéis, corrupção, paternidade, família, pobreza, amor, luto, feminilidade e transexualidade, não deve ser feito de qualquer forma. De forma chula. E é isso que Emilia Pérez faz.
terça-feira, 18 de fevereiro de 2025
sábado, 15 de fevereiro de 2025
Curiosidade sobre Deadpool e Wolverine
Em espanhol latino tanto o Deadpool e o Capitão América do MCU tem o mesmo dublador, e em Deadpool 3, pelo tocha humana ser interpretado pelo mesmo ator do Capitão, o dublador foi mantido, e na cena que o personagem morre inves do Deadpool dizer que o Johny precisava morrer por causa do orçamento do filme, ele diz que o personagem precisava morrer por que a voz dele estava confundindo o público.
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025
O Brasil tem a FORÇA!
No filme em live action de 'He-Man' teremos duas atrizes brasileiras.
Morena Baccarin (Deadpool) e Camila Mendes (Riverdale) serão a Feiticeira e Teela no longa. O mais legal é que as personagens são mãe e filha.
"Mestres do Universo" tem previsão de estreia para 2026.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025
Rob Liefeld saí da Marvel... De novo!
Após mais de 30 anos, o icônico quadrinista Rob Liefeld anunciou que não trabalhará mais com a Marvel Comics! O criador de Deadpool e Cable revelou que sua decisão foi motivada por desentendimentos com a editora, especialmente após ser excluído da festa de estreia de “Deadpool & Wolverine”.
“Tentaram me envergonhar e me diminuir!”. Liefeld revelou no podcast Robservations que foi impedido de participar do evento de lançamento do novo filme do Mercenário Tagarela, algo que ele considerou desrespeitoso. Essa foi a gota d’água para sua saída definitiva da Marvel.
Liefeld já havia se afastado da Marvel antes, quando deixou a editora em 1992 para fundar a Image Comics, onde teve total liberdade criativa. Mas agora, ele afirma que não pretende voltar nunca mais. Será mesmo?
Independentemente da polêmica, não há como negar a influência de Liefeld na Marvel, especialmente com personagens que se tornaram pilares do estúdio.
sábado, 8 de fevereiro de 2025
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
Quando a arte imita a vida (ou vice-versa)
Sabem aquela conversa do Ricardo Nunes, que falou "é inviável arrumar a região de Jardim Pantanal" de São Paulo? Ele mentiu! Todas as alternativas de se manter a população ou de manter parte dela, saem mais baratas do que retirar todos da área! Tem até um projeto de pôlder, uma espécie de reservatório, diferente de um piscinão, que já deu certo EM OUTRO BAIRRO DE SÃO PAULO. E esse pôlder, foi uma das promessas dele para o povo de lá!
Agora, dito isso, é bizarro que o autor de One Piece, Eichiro Oda, fez uma trama em que o Governo Mundial (o grupo principal de vilões, que controla a Marinha, a polícia/exército daquele mundo) tenta fazer a água do mar inundar o mundo e assim acabar com os pobres. Enquanto os ricos e poderosos, ficam a salvo, de quaisquer maus. Isso foi descoberto recentemente na trama, mas estava meio que implícito na trama.
Me diga agora, não se parece com a situação na Capital? Observação, Eichiro Oda é de esquerda.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025
Batgirl... Já estava pronto?
Uma funcionária da Warner Bros.,garantiu que o filme cancelado da Batgirl, estava pronto antes de seu cancelamento.
Uma assistente do departamento de arte, chamada Annie Mitchell, revelou em suas redes sociais, que apesar da Warner dizer que o longa estava em pós-produção, na verdade ele já estava pronto, quando foi engavetado pelo estúdio.
"É uma loucura que eles tenham descartado Batgirl. Estava literalmente finalizado.
Eu acredito que ele ainda exista. E faço votos para que ele seja vazado nos próximos 10 anos." Disse Annie Mitchell.
O longa estrelado por Leslie Grace (como Batgirl), contava com um elenco estelar,
J.K. Simmons (reprisando seu papel de Comissário Gordon), Brendan Fraser (como Vaga-lume) e o icônico Michael Keaton (como o Homem-Morcego), que seria estabelecido como o Batman regular do DCU.
A justificativa oficial dada pela Warner Bros. Discovery (na época), foi que o cancelamento ocorreu devido a uma manobra para poupar impostos, e que o longa não havia agradado boa parte dos executivos do estúdio.
A única coisa que me incomoda na fala da funcionária da Warner, foi sobre esperar pelos próximos 10 anos.
sábado, 1 de fevereiro de 2025
Produtora de "As Bruxas de Mayfair" comenta crossover com "Entrevista com o Vampiro".
O crossover entre "As Bruxas de Mayfair" e "Entrevista com o Vampiro", duas séries adaptadas de obras de Anne Rice, enfim foi assunto em nova entrevista com Esta Spalding, showrunner de Mayfair. A produtora falou sobre a junção dos universos em entrevista recente.
"Eu queria dar ao público alguma forma de conexão entre todo o universo de Anne Rice e Entrevista com o Vampiro", disse Spalding ao Entertainment Weekly. "Então eu fui até Rolin (Jones, showrunner de Entrevista com o Vampiro) e disse: 'O que poderíamos roubar do seu universo que seria interessante? Há algum vampiro que poderia falar com Lasher?'. E há um personagem no mundo deles, um aluno de Lestat", concluiu.
A produtora também falou ao TVLine sobre o crossover. "Você não pode entregar tudo cedo demais. Tudo precisa ser conquistado, merecido. E eu continuo pensando 'Quando poderemos falar sobre Rowan e Lestat?'. Mas isso precisa ser construído".
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