Esse é um dos grandes motivos de ir contra obras vindo de direita ou neopentecostais, (Podemos sim, colocar algumas obras de cunho católico. Em resumo, poderia colocar aqui diversas publicações de origem cristã, no geral) pois há quase sempre uma questão preconceituosa dentro. Elas são normalmente preconceituosas com relação a outras religiões. Mas notamos que não fica apenas nisso.
Em 1992, o então pastor de uma igreja evangélica do Rio de Janeiro, Eduardo Samuel da Silva, pensou em um formato além da igreja para evangelizar crianças. A resposta veio na forma de um gibi. Ele se uniu ao irmão, o desenhista Jairo Alves da Silva, que tinha uma pequena empresa, e um funcionário, Joel Duarte, para levar o projeto adiante.
A história por trás dos quadrinhos do Dudão tem como cenário um bairro brasileiro no Rio de Janeiro, com foco em um grupo de crianças. O personagem principal, Dudão, é um menino cristão que sempre ensina aos amigos o que é certo e o que é errado, embora seja frequentemente intimidado por causa do peso. Todos os outros personagens também são ridicularizados devido a uma característica ou outra neles.
É meio bizarro que o protagonista, é alvo de bullying devido ao seu peso, mas há mensagens cruéis, por parte dele também. Tratando sobre uma visão racista numa HQ. Independente se era algo artesanal quase.
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