sábado, 5 de setembro de 2026

Homofobia, disfarçada de "moral e bons costumes"


Um comentário que li de animações como Fionna e Cake e Steven Universo, foram: "Não sei qual a necessidade de trazer uma história que já acabou, de volta. Vão fazer de tudo para destruir todos os personagens aclamados pelo público(sobre o primeiro)" ou "O dano que isso aqui fez na indústria de desenhos é irreparável (Steven Universo)". Poderia ser apenas uma crítica construtiva sobre certo assunto. Mas quanto li sobre Hazbin Hotel, o seguinte "Não deixe seu irmão ou irmã se aproximar disso aqui. Desenho esquisito, pra gente esquisita"... Eu entendi algo.
Era um teor preconceituoso. 
Não falou mal, mas só elogiou, Gravity Falls, Flapjack, Apenas um Show e O Incrível Mundo de Gumball. Sem notar que eles também tratam de temas homoafetivos.

sábado, 22 de agosto de 2026

Drea de Matteo: De Os Sopranos, até OnlyFans

Drea de Matteo, 54, ganhou um Emmy por interpretar Adriana em The Sopranos. Alguns anos depois, ela não conseguia fazer com que nenhum agente retornasse suas ligações.

Tudo começou quando ela se recusou a se vacinar contra a COVID-19. Segundo ela, essa recusa lhe custou o emprego, o representante e quase a casa: ela acabou acumulando uma dívida de US$ 75.000 após problemas com a hipoteca.

Em agosto de 2023, ela abriu uma conta no OnlyFans, incentivada pelos próprios filhos, inicialmente pensando em lançar um podcast sem censura. Mas foi uma foto de biquíni que mudou tudo.

De Matteo diz que, em 75 minutos, gerou a quantia exata de dinheiro necessária para quitar toda a dívida.

Ela diz isso sem vergonha, quase com orgulho: para ela, foi «uma declaração política», uma forma de dizer a Hollywood que não precisava mais depender de suas regras para sobreviver.

Hoje, ela financia seus próprios projetos com essa renda — a mesma renda que a indústria que a deixou sem trabalho nunca quis lhe dar.

sábado, 15 de agosto de 2026

Cristo existe na DC Comics!

Em um dos anúncios mais impactantes e surpreendentes da história recente da editora, a DC Comics oficializou Jesus Cristo como figura canônica e fundamental na cosmologia do seu multiverso. A revelação vem com a publicação de Swamp Thing #88 (também conhecido como Swamp Thing 1989 #1), a história há 37 anos “trancada na gaveta” de Rick Veitch e Michael Zulli, finalmente restaurada e lançada. Pela primeira vez de forma explícita e integrada à continuidade principal, o sacrifício de Jesus na cruz ganha proporções cósmicas, afetando não apenas a Terra, mas todo o tecido da realidade DC.
De acordo com a lore agora canonizada, Jesus Cristo é, sim, o Jesus bíblico: o Filho do Presença (a representação do Deus criador do universo DC), o Messias prometido e o Segundo Adão. Assim como o Primeiro Adão trouxe a Queda e o domínio do pecado sobre a humanidade — abrindo caminho para que Lúcifer Morningstar e as forças das Trevas exercessem influência sobre o multiverso —, Jesus veio para restaurar o que fora perdido. Seu sacrifício na cruz, testemunhado pelo próprio Monstro do Pântano em uma jornada temporal que o leva até o Calvário, representa o momento pivô da história cósmica.
“Este é o meu corpo” e “Este é o meu sangue” não são apenas palavras litúrgicas no contexto DC: são atos de poder divino que reestruturam a ordem celestial. Com a crucificação, Jesus derrota a morte, concede o perdão dos pecados e restabelece a comunhão direta entre a humanidade e o Pai Celestial (o Presence). O impacto vai além do plano espiritual: o evento enfraquece o domínio de Lúcifer sobre o Inferno e sobre as realidades paralelas, libertando o multiverso de uma era de escuridão que ameaçava engolir tudo.
O Presença é o Deus supremo que criou os arcanjos Miguel, Lúcifer e Gabriel; o Espectro é a Ira de Deus encarnada; e figuras como Zauriel (o anjo caído que se juntou à Liga da Justiça) já haviam dado pistas de que o cristianismo existia dentro do universo DC. Mas nunca antes a crucificação fora tratada com tamanha gravidade cósmica — comparável, segundo a própria história, à magnitude da Crise nas Infinitas Terras. Jesus não é um herói “com poderes” no sentido tradicional: Ele é o maior herói de todos os tempos, porque salvou não apenas a humanidade, mas todo o multiverso de uma condenação eterna.
A arte de Michael Zulli e a narrativa de Rick Veitch apresentam a cena com reverência e impacto visual impressionante: o Nazareno na cruz, o INRI acima de sua cabeça, as palavras da Última Ceia ecoando enquanto o elemento vegetal do Monstro do Pântano se transforma literalmente na madeira da cruz. É uma sequência que mistura horror cósmico, drama bíblico e o estilo clássico da Vertigo, agora elevada à continuidade principal.