sábado, 1 de outubro de 2022

Devil May Cry e Bayonetta: parecidos, mas não são a mesma coisa... Ou quase...

Apesar de terem um enredo parecido, ao menos em seu começo, Devil May Cry e Bayonetta não são em muitos aspectos parecidos. Mas é em suas origens que isso difere. Apesar de terem algo em comum aí...

Devil May Cry:
Devemos nos lembrar que o game é feito pela Capcom. A mesma produtora de Resident Evil. E que as mídias audio visuais (filmes, séries, clipes, entre outros) que usam de referências literárias para compor suas histórias e enredo. Nesse segundo ponto, devemos nos fixar na Divina Comédia, saga de livros divididos em Inferno, Purgatório e Paraíso.
O game surgiu em 2001, pelas ideias de Hideki Kamiya, que desde cedo estudou programação. Como a Sega, Namco, entre outras. Mas só em 1994, a Capcom abriu suas portas para o jovem programador. E junto de um, também jovem, Shinji Mikami.
Hideki produziu o segundo Resident Evil sozinho, praticamente. 
A Capcom estava produzindo coisas diferentes. Dos arcades, eles se focaram em Resident Evil, mas Hedki deve suas ideias rejeitadas por Mikami. É dito que eles não se bicavam... E nessa época, o segundo trabalhava em Resident Evil 4. 
Sem o game RE, que era um survival horror, Kamiya tinha em mãos um game, de ação, com visuais góticos um tanto parecidos com o game de Mikami, mas um pouco diferente. Ele só usou a primeira parte da Divina Comédia, de Dante Alighieri. E não somente a temática infernal, mas os nomes de personagens no começo (Dante) e os que vieram depois (Nero, Vergil de Vírgilio).
Dante é o filho de um demônio que era bom, Sparda, com a humana Eva. Ele morreu muito tempo atrás, de uma forma misteriosa. Ao qual, isso pode ter sido culpa do vilão infernal Mundus. De qualquer forma, o guerreiro de cabelos brancos cresceu para enfrentar forças demoniacas. E ele é diferente de todos os tipos de heróis até então: cômico, poderoso e sabe disso, e todo do estilo rock. Se a ambientação é da Divina Comédia, com seu mundo cruel, o protagonista é baseado em Cobra, do mangá de mesmo nome.
Mas o nome do game, que se deve a loja que Dante tem no game. Só que seu nome provém da extrema tristeza que ele guarda em seu coração, tentando fazer o bem... Por um preço justo, para não fechar as portas.
E podemos notar tudo isso na câmera (meio fixa como Resident Evil), nos combos (extraídos de Onimusha Warlords) e na personalidade do protagonista (como em Cobra).

Bayonetta:
O game pode ser parecido de certa forma com seu "irmão". Pois além de ser um hack'n slash, pois quem popularizou o gênero foi Devil May Cry. Mas devemos ver as coisas óbvias de diferente entre ambos: uma bruxa, poderosa e voluptuosa, que usa suas pistolas e charme para combater criaturas celestiais, abrindo portais a seres das trevas. Com exceção das pistolas, nada parecido com o Dante. 
A Platinum Game é parte responsável por seu surgimento, mas foi um estúdio menor que trouxe a luz esse game. O Clover Studio. Que surgiu dentro da Capcom. E eles foram responsáveis por Viewtiful Joe, God Hand, entre outros. 
E cada membro ficava livre dentro do estúdio, para criar games do jeito que queria, de tempos em tempos. Por isso, os games falados são tão diferentes entre si. E não ficavam apenas em uma franquia, mesmo vendendo mais para o Japão.
Na verdade, o estúdio acabou, e eles foram para a Sega. Onde criaram games como Mad World, Vanquish e Bayonetta. É bizarro imaginar que o game ligado atualmente a Nintendo, foi criada por sua concorrente. 
O que eles queriam era um protagonista diferente de Dante. Não um galã, mas sim uma figura que fosse o oposto, não apenas em sua origem. Possuindo armas de fogo, não apenas nas mãos, mas nos pés! E para criar seu aspecto, chamaram a artistas Mari Shimazaki. E Kamiya, sim o mesmo de Devil May Cry, responsável pelo grupo de produção, decidiu que ela usaria óculos.
A Sega queria retirar esse item dela. Kamiya se recusou. E os personagens principais começou a ter óculos em algum momento do gameplay. 
Bayonetta é uma bruxa umbra. Pois ela seria nascido de Lumen Sage e Umbra Witch, como Cereza, nome verdadeiro da protagonista. Ela é a criança proibida, segundo o mundo do jogo. O pai dela foi exilado e sua mãe presa. Isso estimulou a guerra entre os dois clãs de seres místicos.
Mesmo que a menina tenha sido proibida de aprender magia, foi ensinada mesmo assim. E renegada entre os seus. Possuí o umbra watch.
Depois de alguns combates por conta da entidade Jubileu, Cereza é selada no Umbra Watch. Encontrada 500 anos depois, no fundo de um lago por Antonio Redgrave (Redgrave era o nome que iria ser dado a DANTE, em Devil May Cry, em seu começo).
Ela acredita ser uma das poucas bruxas umbra sobreviventes e dedica sua vida a matar anjos e recuperar sua memória. E para lutar, usa expressões sexuais, para realmente provocar e humilhar seus inimigos. Lembrando que suas vestimentas são feitas dos fios de cabelos dela mesmo!

Qual a relação entre Olivia Newton John e a mutante Crystal

Falecida aos 73 anos, a atriz e cantora Olivia Newton John foi a musa de uma geração após estrelar os filmes musicais Grease: Nos Tempos da Brilhantina (1978 ) e Xanadu ( 1980). A Marvel decidiu pegar carona no sucesso de Xanadu, que espalhou a moda disco na época e criou a super heroína mutante Cristal. A idéia era um lançamento multimídia, em que Cristal apareceria também no cinema. Tom de Falco ficou encarregado de desenvolver a personagem, sendo responsavél por dar a ela o poder de gerar luz, Roger Stern criou o nome e John Romita Jr. fez os desenhos da HQ. Este último queria dar à Cristal a fisionomia da atriz e modelo negra Grace Jones, mas representantes da Filmworks insistiram que ela fosse parecida com Bo Derek. Cristal apareceria nos principais títulos da edítora, para se tornar familiar aos leitores, mas o projeto do filme foi cancelado e a Marvel decidiu publicar uma revista solo dela.
Em 1981, a moda da discoteca tinha acabado e Olivia Newton John lançou o álbum Physical, aparecendo com um novo visual. A Marvel aproveitou isso e repaginou Cristal, que ressurgiu exatamente no mesmo estilo adotado pela cantora/atriz: cabelos curtos e um traje claramente inspirado no estilo malhação da artista. Atualmente, Cristal aparece nos quadrinhos, com uma variação de seu uniforme clássico.

sábado, 17 de setembro de 2022

Anéis de Poder: Uma série com muita fantasia... Pouco Tolkien...

A missão dele, agora é minha.
-Galadriel
A história de Anéis de Poder trata sobre a Segunda Era, um período dentro do legendarium criado por Tolkien, em que não existe o mal de Melkor, o primeiro senhor do escuro. MAS, uma nova ameaça surge na forma de Sauron, um maiar, espírito que também teria sido exilado por Erú Iluvitár, por se rebelar contra a criação.
Ao que tudo indica, ela tratará da queda de Númenor. Essa civilização é de humanos que colaboraram com os deuses desse universo (chamados de valar), e ganharam esse território como presente, essa ilha. Entretanto, é dele que surgirá Sauron para corromper os humanos de lá. Enquanto isso, a história na Terra-Média se concentra em outros lugares.

Pensávamos que nossa luz, nunca iria esmorecer.
-Galadriel
Bem, isso deve ter sido feito a partir dos apêndices de textos de Tolkien. Entendam: Tolkien trata sobre Númenor em O Simarillion sim, mas não de forma tão descritiva. Ele e seu filho, Christopher Tolkien, sempre falaram que não era interessante se concentrar tanto nisso, nos detalhes superflúos ao criar uma obra. Então, vamos reparar algumas coisas.
Antes de tudo, eu gostaria de deixar claro uma coisa: a crítica não visa ser feita de forma negativa, nem por eu achar que ela se afasta do que seria um texto de Tolkien, nem pela questão de etnia. J.R.R. era um ferrenho combatente do apartheid, e como tal, seguindo seu exemplo, também o faço. E a qualidade das atuações está ótima. Com uma ou outra exceção, mas nem é disso que quero tratar aqui, pelo menos. Dito isso, vamos a crítica.
A Amazon só pode fazer certas alusões para o trabalho de Tolkien. Como assim? Na verdade, eles tiveram que fazer uma adaptação enorme para a série. Pois a Amazon está contando a história da Segunda Era, sem ter os direitos sobre os principais livros que tratam sobre ela. A Prime Video tem direito sobre A Sociedade do Anel, as Duas Torres, O Retorno do Rei, os respectivos apêndices, e O Hobbit. Eles não têm os direitos sobre O Silmarillion ou Contos Inacabados! Por isso, eles podem reescrever esse "trecho" das histórias como quiser. E isso não garante qualidade, só liberdade artística.

O céu está estranho.
-Sadoc Burrows
Uma das coisas que mais amo dentro de O Senhor dos Anéis e O Hobbit é a não criação de cliffhangers safados. Isso se deve por um simples motivo, as séries se usam disso como modo de criar expectativa para os próximos episódios e gerar platéia nas próximas exibições. Legal, mas nem parece algo que Tolkien faria.
Já em Contos Inacabados e O Simarillion, vemos tudo como lendas e mitos, apesar de tratados por elfos e anões como parte de sua história. E como algo de uma mitologia, é uma coisa que não nos dá certeza sobre nada. Existem diversas versões de um lobisomem em culturas, tanto que a do Brasil, nem se baseia em um lobo, já que não temos esse animal na fauna local. Voltando ao assunto... O escritor deixava lacunas, para que nossas mentes preenchessem o resto com a imaginação. Acho que ele fazia o mesmo com as lendas germânicas e celtas que leu em sua juventude.
Voltando ao fato de que eles só têm direito sobre a trilogia principal e O Hobbit, coisas importantes como as silmarils, Ungoliant, Melkor e outras coisas não podem ser citadas de forma direta. E eles estão sabendo lidar com essas limitações. Entretanto, com o que tem, já fizeram uma besteira tremenda.
O que muita gente ficou incomodada foi a personalidade de Galadriel. O que a mim, confesso, não me atingiu. Todos os reis, incluindo aqueles que ganharam os anéis de poder, são destemidos e poderosos, e creio que Tolkien se incomodasse pouco com isso, visto que deu a Eówyn, sobrinha do rei Theóden, a função de destruir o Rei-Bruxo de Angmar e líder dos Nazgul. Meu problema é o personagem que se supõe ser Gandalf.

Esse reino ainda vai ser seu.
-Disa
Ele caiu na Terra-Média através de um meteoro, com fogo místico. Talvez as chamas de Anor. E acreditam que ele seja Gandalf por várias pequenas referências a seus poderes, tanto nas obras escritas, quanto em livros. O problema nisso está no que chamo de "Paradoxo Michael Myers".
Se conhece a franquia Halloween, sabe que os melhores filmes sobre o personagem são o 1 e 2, e aqueles que pouco explicaram sobre a mente assassina do personagem. H20, o reboot de Rob Zombie, e outras tosqueiras que foram surgindo após o Halloween 4 (já que o terceiro é uma história a parte do universo de Myers), se deram muito mal pois queriam explicar demais. Ou o vilão era abusado física e mentalmente pelo pai ou estava ligado com uma profecia antiga e misteriosa. E tirava todo o mistério do serial killer.
Agora, dito isso, se o personagem for mesmo Gandalf, não seria uma boa essa abordagem. Por qual motivo? Simples: retira toda a química inicial de Gandalf e Frodo. Nos textos de Tolkien, Mithrandir (outro nome para Gandalf) encontra os hobbits, meio que por acaso. Assim como foi a criação desses personagens pelo próprio autor. Ele disse, certa vez, que corrigia provas e escreveu "em um buraco no chão, vivia um hobbit". Nunca antes ele tinha citado essa palavra como tudo indica. Foi algo natural.
Mas com ele, praticamente alguém "tacou" o sujeito na Terra-Média. Mais um pouco e seria como em Pokémon: Vai lá Gandalf e solte o golpe, Chama de Anor!
Em resumo, Anéis de Poder é lindo. Como uma série de fantasia, mas não como uma obra de Tolkien. E os racistas, vão tomar no cu que a mulher do Darin estava ótima! E vocês iriam criticar se ela tivesse barba, nerdolas do caramba.

sexta-feira, 29 de julho de 2022

O surgimento do Bomba Patch

Originalmente, criado em 2007, Bomba Patch é uma série de mods do Winning Eleven. Eles foram criados por um brasileiro, Alan Jefferson, dono de uma locadora em Mogi Mirim, interior de São Paulo.
Winning Eleven foi e é, um dos mais famosos jogos de futebol para video-games. Especialmente esse, que era para o Playstation 2. Com gráficos e uma jogabilidade superior para sua época. Ainda mais se compararmos com o Playstation 1 (Hoje, chamado de PSOne).
Quando o game, WE 11, foi lançado no Brasil, ele não possuía os times brasileiros. Nem sequer as ligas dos campeonatos brasileiros. E ele não tinha sido traduzido do japonês, nem para o inglês. O grupo Brazukas, estava fazendo os mods atualizados, para o game na época. Porém, as pessoas esperavam muito tempo pelas novas atualizações do game. Não satisfeito com isso, Alan Jefferson e amigos, se interessaram em fazer as modificações para o game. A partir do Winning Eleven 10.
Alan modificou o escudo dos clubes, os uniformes, as skins dos jogadores, os estádios, a narração, atualizou os clubes, e colocou muitas músicas boas. Entre elas, Chris Brown, Akon, David Guetta, Alex Gaudino, entre outros. 
Já com o game em sua locadora, Alan organizava campeonatos de futebol, com os times brasileiros atualizados. A primeira edição, deve como prêmio, uma bomba de chocolate feita pela mãe de Alan Jefferson. Isso fez o campeonato se popularizar, pela região. Surgiu então, a Copa Bomba. O que daria origem ao nome do jogo Bomba Patch.
Algo simples, que surgiu em uma pequena locadora de games.
Desde que Alan Jefferson se focou no trabalho de atualizações, elas passaram a ocorrer semanalmente. Sendo disponibilizadas em sua locadora. E na época, aparecia nos camelôs da vida, nas lojas de games e nos sites para download.
Curiosidade: dentro do game existe um jogador chamado Allan Jefferson. Criado pelo próprio Alan, sendo um easter egg. Possuindo todas as habilidades em 99, e tinha 2 metros de altura. Na Master Liga, você poderia comprar ele por um preço baixo. 
Um marco do Play 2.

sexta-feira, 22 de julho de 2022

Os tipos de super-heróis da DC

Revelado no capítulo final da série limitada de seis edições intitulada One-Star Squadron de Mark Russell e Steve Lieber, esta série se concentrou em um punhado de heróis da DC Comics que não são tão conhecidos ou integrantes do universo DC. Como os membros da Liga da Justiça. Continuando a seguir Tornado Vermelho enquanto ele trabalha em uma pequena empresa chamada HEROZ4U. Está em edição em particular encontra ele, ao procurar pistas sobre para onde foi um de seus ex-funcionários, Homem Minuto.

Sobrevivente alienígena:
A primeira ideia desse tipo de herói, obviamente é associada ao Superman. Mas podemos notar isso em seres como o Caçador de Marte, J'onnz J'onzz, entre outros. 
Notamos que cada um deles é extremamente poderoso e perigoso em combate. Pois seus poderes são vindos diretamente de seus corpos. Por fisiologias únicas, podendo voar, soltar raios de alguma parte do corpo (como olhos ou mãos), telepatia, telecinese, força e velocidade ampliadas, membros extras corporais, como braços extras e chifres. Algumas raças específicas tem poderes que controlam energias únicas, ou conseguem mexer na realidade. Isso quando essas habilidades 
Soldado tecnológico: Existem diversos deles hoje, diferente do que vemos no passado. Isso se deve pois os primeiros heróis da DC estavam mais voltados para investigação do que em serem super-gênios. Um dos casos mais claros que podemos citar aqui está no atual Besouro Azul, Jaime Reyes e o Tornado Vermelho.
Ambos são heróis, um por estar anexado a uma forma de vida simbionte/tecnologia que se adapta para qualquer ambiente. Já o Tornado Vermelho, é um androide mesmo, com controle sobre o vento. Ambos foram criados por motivos malignos (no caso, a forma de vida e o androide mesmo) em algumas de suas histórias. Mas eles normalmente se adaptam ao cenário em que estão, quase sempre permitiam a viagem pelo espaço. As vezes por não precisarem respirar, ou por que criam poderes para viajar no vácuo.
Pode usar seus poderes, independente da origem, como armas, para voar, se adaptar a região onde está, entre outras habilidades. Quase tudo voltado para a área tecnológica.
Sobrevivente de acidente científico:
Entre alguns membros desse tipo de quesito, nós temos Ciborgue e Mutano. 
Basicamente, algo na vida desses personagens aconteceu por um acidente científico não planejado (no caso de Ciborgue e Metamorfo) ou que foi orquestrado. Mas isso varia, e era bem mais comum não ser planejado, pois então podemos colocar aqui a Patrulha do Destino inteira, com o roteiro de Grant Morrison.
Os poderes se adaptam ao experimento. No caso de Victor Stone, o Ciborgue, como seu pai era um estudioso engenheiro e especialista em tecnologia, seus poderes o transformaram no seu codinome: um ciborgue. Já Garfield, tem seus poderes vindo de uma doença, que além de deixar sua pele verde, o permite transformar em qualquer animal. Agora, como dito antes, isso vai da experiência, chegando ao ponto de deixar a pessoa como uma borracha, igual ao bem Homem-Borracha.
Vigilantes (ou o cara rico): Aqui, normalmente, nós temos uma pessoa RICA, para financiar um esquema de combate ao crime. Pode ser mais calmo ou mais agressivo, o que importa é, isso não se paga sozinho.
E sejamos sinceros, no mundo da DC, a maioria deles é apoiada pelo Batman. E por isso ficam em Gotham. Pois por exemplo, não dá para pensar que Metrópolis tem vigilantes. Tanto pelo Superman, como na cidade do Cruzado Encapuzado.
De qualquer forma, os vigilantes são treinados em mais de uma arte marcial, extremamente inteligentes em modos de investigação, treinados para a sobrevivência e ótimos acrobatas. Mas existem alguns casos que se superam, como exímios arqueiros (Arqueiro Verde) ou acrobatas olímpicos (Asa Noturna).

sexta-feira, 17 de junho de 2022

LGBTQIA+ na Marvel

A comunidade LGBTQIA+ hoje em dia é bem representada nas histórias em quadrinhos. Mas o tratamento nem sempre foi assim. Isso é claro com a comunidade preconceituosa que existe até hoje nos nerds. O que é bizarro, que muitas pessoas que são fãs da Marvel, não notam a semelhança de seus personagens favoritos, com os heróis das minorias como X-Men. Mas isso não é muito ajudado por HQs, da Casa das Ideias, que convenhamos, por anos foram BEM machistas. Só lembrando que foi essa mesma editora que passou pano pro estupro de uma vingadora!
Então aqui é um espaço pra elogiar, mas com aquele cuidado. Pois sabemos que acima de ser uma editora, ela é uma empresa. E controlada pelo "rato mais rico do mundo".
Estrela Polar em 1992 - O Estrela Polar quebrou paradigmas ao dizer as palavras "Eu sou gay" e se tornou um personagem assumidamente gay nos quadrinhos. Entretanto, já vimos isso em histórias de outras editoras, como a Vertigo. Na verdade, Neil Gaiman já colocou uma personagem homossexual nos anos 80 em Um Jogo de Você.
Rictor e Shatterstar em 2004 -
O beijo entre Shatterstar e Rictor foi a celebração do carinho e amor que tinham um pelo outro desde suas primeiras aparições.
Wiccano e Hulkling E Estrela Polar casa com Kyle Jinadu - Durante a saga Vingadores - A Cruzada das Crianças, Wiccano e Hulkling se entregam ao sentimento que tinham um pelo o outro.
Sem contar que em uma capa histórica, o casamento do Estrela Polar com Kyle Jinadu aparece como algo novo para a indústria de quadrinhos. Mas as mídias já estavam adiantadas com isso.
Loki em 2014 demonstra mudar seu corpo e gênero - Loki, um dos personagens mais queridos do universo Marvel, prova que ele é capaz de fluir entre os corpos e os gêneros. 
Entretanto, os textos que tratam da questão LGBTQIA+ ignoram que o personagem é um deus, ou seja, tem poderes para isso. Seria melhor usar ele como uma referência de forma mais inteligente, como nos livros de Magnum Chase, onde há um personagem mais bem estruturado. Que também é da cultura nórdica.
Aneka e Ayo em 2016 -
Aneko e Ayo, duas mulheres de Wakanda se revelam como são uma para a outra. Novamente, devemos nos lembrar das personagens que aparecem em Um Jogo de Você, que já faziam uma história com um casal de lésbicas.
Homem de Gelo em 2017 - Homem de Gelo, depois de muito tempo, estrela sua primeira história solo de um personagem declarado gay na Marvel.
Karolina Dean e Nico Minoru em 2018 - As heroínas adolescentes de Os Fugitivos, Karolina Dean e Nico Minoru sempre tinham um grande carinho uma pela outra, que se transformou em verdadeiro romance.
America Chavez e suas mães em 2017 -
America Chavez se torna a primeira heroína lésbica a estrelar uma história solo onde é contada sua origem e conhecemos suas mães.
Surge Shade em 2019 - A Shade se torna a primeira personagem drag queen de todo o universo Marvel. Apesar de não ser a primeira dos quadrinhos em geral, gostei que a tornaram em uma heroína. São coisas que notamos em HQs que gostamos mesmo.
Sina e Mística em 2019 - Sina e Mística sempre foram grandes amigas. Mas neste ano, os roteiros as retrataram como casadas, o que diferente do que aconteceu com Homem de Gelo, foi muito forçado. Sim, elas eram amigas demais, mas esse casamento foi colocado de maneira tão superficial, que nota-se criar mais personagens de minorias.
Dra. Charlene McGowan em 2020 - Dra. Charlene McGowan é uma personagem trans que participa de um importante arco nos quadrinhos do Incrível Hulk.
Como disse, isso é bom. Só espero que a Marvel consiga fazer isso de forma natural. Para não só ganhar grana em cima das minorias. Lembrando que chamamos assim, não pela questão de números, mas como são tratados na sociedade.

sexta-feira, 27 de maio de 2022

God of War: a cronologia dos games

O grande game da Santa Monica, que surgiu no Playstation 2, hoje em dia é um querido de todos os bons amantes de um hack'n'slash. Entretanto, ele tem uma cronologia confusa. Tanto por conta de seus jogos para PSP, quanto por God of War Ascension. Pois, mesmo não querendo, eles são canônicos. Os erros sobre essa mitologias, eu tratarei em outro texto. Aqui falo da linha cronológica dele.
Então espartano, se prepare.
God of War Ascension:
No início, vemos Kratos sendo torturado pelas Fúrias. Um trio de seres que tinham como função, guardar as juras feitas pelos deuses. Ou seja, se alguém quebrasse esses pactos, seria morto por elas. E suas primeiras vítimas foram os hecatónquiros, seres 50 cabeças e 100 braços. Eram rejeitadas pelos deuses, mesmo que estes soubessem de sua importância.
Para tentar superar Zeus, ela tem um filho com Ares, para então possuir alguém com mais poder, para suceder o Senhor do Olimpo.
Mas o fruto dessa união era frágil e se chamava Orcus. Sendo rejeitado por pai e mãe.
Ao que parece, Kratos rompeu seu pacto com Ares. O que lhe fez ser mandado para a mão das Fúrias. Torturando ele com ilusões de sua casa, sua esposa e filha. Vendo que aquilo não era justo com o espartano, Orcus que guardava as pedras do juramento, começa a auxiliar o herói.
Ele diz que Aleteia, a Oráculo de Delfos, sabia como se livrar do elo com Ares.
Após resgatar Aleteia das mãos dos gêmeos siameses e profetas, Castor e Polux - mas no processo ela morre - o único meio de se livrar desse laço, é derrotando as Fúrias.
De qualquer forma ele é capturado, sendo levado até a prisão dos hecatonquíros. Mas uma das Fúrias, liberta acidentalmente o guerreiro, que passa a ser perseguido por ela. E ela por ele. E a divindade usa insetos para controlar o gigante de diversos membros.
As irmãs restantes o torturam, mas as mata. Faltava uma Fúria... Orcus.
De volta a sua casa em Esparta, Orcus lhe visita. E elas fizeram dele, o portador do elo de Kratos, com Ares. Então, ele precisaria matar aquele que mais o ajudou até ali.
E com isso, o pacto estava quebrado. Mas também, devido a isso, o que ele fez de errado no passado veio a tona... Em sua mente... Em pesadelos...
Pois até então, ele não se lembrava do motivo. E agora, era atrás de um modo de se livrar disso que ele estava. Ele coloca o corpo de Orcus em sua antiga casa e a incendeia.
God of War - Chain of Olympus:
Kratos se compromete a servir os deuses para tentar se livrar da tortura que era viver com as lembranças das mortes de sua esposa e filha. E em uma de suas missões, ele deveria dar um fim em um basilisco gigante e no rei da Pérsia. 
Depois disso, ele vê o Sol caindo do céu. Deixando o mundo inteiro em escuridão. Ele tem consciência que aquilo não era um sinal dos deuses, que ele pediu antes. 
Duas coisas o deixam com a atenção redobrada: uma melódia já conhecida dele e uma névoa escura cobrindo o ambiente. O responsável por isso é Morfeu, um dos primordiais, seres que teriam criado o universo até então. Ele teria adormecido todos os deuses.
O templo em que chegará, era a carruagem de Hélios, o deus do Sol. E possibilitando Morfeu de controlar o sono dos deuses, devido ao poder solar não existir nos céus. Kratos deve encontrar o deus que controla aquele templo e recolocá-lo para o espaço aéreo.
Dentro do lugar, encontra uma estárua de Eos, irmã de Hélios. A deusa do amanhecer. E ela, assim como Atenas, fala que o responsável pelo sumiço do seu irmão é o titã Atlas. 
O espartano encontra Eos, que lhe diz que ele precisa conseguir o Fogo Primordial, para despertar os corcéis de Hélios. E com isso ele vai até o submundo atrás de Atlas e do deus do Sol.
No caminho encontra Caronte, o barqueiro das almas. Kratos precisa fazer a travessia, mas Caronte não o permite, o que gera um conflito. Sendo que Krato é derrotado. 
Ele é aprisionado onde alguns titãs estavam e se pergunta, quem teria poder para libertar esses seres?...
Kratos volta com a manopla de Zeus, uma arma que obteve no caminho, para enfrentar Caronte. 
A melodia que ele ouvia antes se torna mais forte quando ele realmente chega ao submundo. Na terra dos mortos, ele vê a sua filha Calíope. Ao perseguir ela, encontra outra personagem. Persefone.
Ela foi enganada por Hades, assim como Kratos foi traído por Ares. Isso pois o deus do submundo se apaixonou por ela. Para isso, fez ela comer uma romã do mundo dos mortos, o que a forçava a permanecer ali.
Kratos não liga e exige ver sua filha. Mas Persefone diz que ela está nos Campos Elíseos, onde ficam as almas boas. Mas devido ao seu histórico sangrento, nunca poderia colocar seus pés naquele lugar. Ainda assim, a mulher de Hades, diz que se o espartano abdicasse dos seus poderes, ele conseguiria entrar naquele território puro.
Para isso, a árvore proibida, deveria sugar toda a sua impureza.
Depois de uma longa jornada, ele encontra sua filha. Mas não liga para isso. A reunião é interrompida por Persefone, que conta seu plano a Kratos. 
Ela teria libertado Atlas. Pois com isso, o poder do Sol, nas mãos de Atlas, seria questão de tempo para ele destruir o pilar que sustenta o mundo. Assim, como o Olimpo com ele. Tudo isso por ódio aos deuses. Nem que para isso, ela também morresse.
Para deter Persefone, Kratos deveria abandonar sua filha, para sempre. Só havia uma coisa a ser feita. Ele faz um massacre nos Elíseos. Retirada sua pureza, as almas lhe devolveram os poderes que ele continha antes. E ele se volta para a mulher de Hades.
Ela leva Kratos, a contragosto, para o pilar. Atlas interfere para auxiliar a deusa. Kratos usa uma estratégia para fazer o titã segurar sustentar o peso do mundo no lugar do pilar, ficando preso a correntes poderosas demais. 
Kratos mata Persefone, e antes de morrer, ela lança uma espécie de maldição sobre ele. "O seu sofrimento nunca vai acabar, Fantasma de Esparta". Ele ainda conversa com Atlas e após esse diálogo, ele não escutava mais a canção de Calíope.
A carruagem do Sol, voltou com Kratos para a superfície. Morfeu, que era toda aquela fumaça que cobria o mundo, voltou para a escuridão. Depois disso, o espartano caiu na superfície da terra, mas foi salvo por Atena e Hélio. Em uma pedra que depois de acordar, ele tentaria o suicídio.
God of War:
Nós acompanhamos o ex-soldado espartano Kratos, que estaria cumprindo ordens para o Olimpo. Através de Atena, que lhe aparecia em alguns momentos, ele está anos fazendo esses serviços. Por conta de algo que aquele fez em seu passado. Talvez ele não se lembre, ou não queira se lembrar... Mas inicialmente não sabemos sobre isso.
Então, ele foi enviado para deter Ares. Os deuses não poderiam interferir com os mortais de forma tão direta, mas o Deus da Guerra, estava pouco ligando para as regras de seu pai, Zeus. Então, através de um oráculo, Kratos descobriu que só poderia vencer seu inimigo divino com a Caixa de Pandora, que poderia ter uma força antiga e extremamente poderosa. Para isso, teria que alcançar as costas do titã Cronos.
Enquanto isso ocorria, Kratos ganhava habilidades dadas pelos deuses e se lembra o que tinha ocorrido em seu passado sombrio.
Em uma batalha, quando Kratos estava combatendo um rei bárbaro, notando que iria perder, ele rogou forças ao deus Ares. O mesmo, vendo que os exércitos do inimigo eram poderosos, deu ao general espartano duas lâminas poderosas, as Lâmina do Caos. Com isso, ele derrotou as tropas inimigas, facilmente.
Se tornando um servo fiel a Ares, ele atacava diversos lugares sem pensar. Então, em um de seus ataques, invadiu e matou todos que estavam em um templo. Sem saber, Kratos matou sua mulher, Lysandra, e sua filha, Calíope. Após isso, a sacerdotisa do lugar, a única que sobreviveu ao que parece, jogou através de magia, as cinzas delas, sobre a pele do espartano. Desde então ele seria chamado de Fantasma de Esparta. Um flagelo que tentaria se livrar de seu antigo mestre, através de seu combate. 
Passado por tudo, Kratos até morre, mas consegue fugir do Tártaro, e consegue pegar a caixa de Pandora. Que tinha sido pega por Ares. E tanto Kratos, quanto Ares ficam gigantes e combatem um ao outro nas terras gregas. Depois de intenso combate, o espartano vence o Deus da Guerra.
Mas ele nunca conseguiria se livrar de seus pesadelos, mas o perdoavam pelos pecados que ele cometeu. E isso traria problemas futuramente.
Depois disso, Atena detém a tentativa de suicídio de Kratos saltando de um monte, para o colocar no poder como o novo Deus da Guerra. O que iria causar problemas maiores.
God of War - Ghost of Sparta:
Kratos era o novo deus da guerra.
Segundo o que é dito, existia uma profecia. Ela dizia que o Olimpo seria destruído por um guerreiro mortal, ao qual portaria uma marca. Os deuses achavam que esse guerreiro seria Deimos, o irmão de Kratos. Pois ele tinha marcas de nascença pelo seu corpo. 
Ares e Atenas são mandados a uma aldeia da Grécia, enquanto Kratos e Deimos treinavam. 
Ares leva Deimos, e Kratos, na tentativa de impedir o rapto de seu irmão, lança um ataque contra o deus da guerra. Mas é atingido com um soco em seu olho, deixando no jovem espartano a cicatriz que permaneceria com ele. 
O deus da guerra quase mata Kratos, mas é detido por Atena. Ela o lembra que seu objetivo é apenas o garoto com a marca. E obviamente, o garoto que sobrou não sabia quem eram aqueles dois naquela época.
No seu trono, já nos dias atuais, Kratos passa a ter visões. Algumas de seu irmão, e outras de sua mãe, que clamava por socorro. Por isso, ele vai até Atlântida, contrariando as palavras dos deuses sobre isso.
Lá ele encontra Calisto, sua mãe. Ela revela que seu irmão está vivo. Já ele pergunta quem foi o responsável pelo rapto de seu irmão, e o sofrimento de sua mãe. Teria sido o pai do espartano, o verdadeiro, mas ela estava proibida te falar esse nome. E após sussurrar isso, ela se torna uma aberração e ataca seu filho.
Após isso, ele vence, matando além de filha e esposa, sua mãe.
Para sair de Atlântida, ele encontra Tera, uma titânidea que Kratos liberta e ganha uma parte de seu poder nisso. Com isso, Atlântida afunda, pois era ela que mantinha a cidade de Poseidon em pé.
Quando está fazendo isso, ele encontra um coveiro, que conheceu em GoW I, na porta da entrada para o Submundo. Ele o alerta para não se voltar contra os deuses, e esquecer essa jornada de encontrar seu irmão. 
Depois de uma longa jornada, ele chega a Esparta. Além de ser ovacionado, ele nota um grupo de espartanos, liderado por um homem (mais tarde chamado de o Último Espartano) que estão derrubando uma estátua de Ares. 
Ao chegar ao antigo templo de Ares, em Esparta, ele descobre que deve voltar a agora, cidade submersa de Atlântida. Pois lá fica a entrada para o domínio de Thanatos, deus da morte. Antes de ir, o Último Espartano lhe dá uma lança e escudo.
Poseidon manda monstros e uma tempestade para acabar com Kratos, mas só matam a tripulação e afunda o navio. Após isso, uma estátua do deus dos mares, aparece para o espartano, falando que ele pagaria por afundar seu reino.
Passando pela ruína da cidade e encontrando o domínio da morte, ele finalmente encontra seu irmão, Deimos. Mesmo o libertando, ele ataca o deus da guerra, pois estava confuso, achando que ele sempre soube de seu cárcere, mas nunca quis o ajudar. Kratos é muito machucado por seu irmão, mas a luta só é encerrada, pois Thanatos aparece e leva o seu prisioneiro.
Ao ser levado, Deimos consegue se livrar do deus da morte, mas quase cai em um precipício. Mas Kratos salva seu irmão. Os dois se reconciliam e partem pra cima de Thanatos.
O deus da morte, ao ver os dois, diz que um guerreiro marcado traria a destruição para o Olimpo, algo profetizado por um oráculo. Mas Ares escolheu errado, segundo a visão dele. Ele ainda diz que os deuses escolhem e as Irmãs do Destino executam isso.
Depois de boa parte de uma luta, Thanatos se transforma, acabando a matar Deimos. Depois da derrota do deus da morte, Kratos vai enterrar seu irmão. Entretanto, ele encontra mais uma vez o coveiro. Já com um túmulo pronto.
O espartano em seguida vai mais uma vez até aquele penhasco que foi em GOW I. E se questiona no monstro que se tornou.
Atena aparece, lhe falando que ele se livrou dos elo mortais. Agora, ele era um deus. Mas Kratos diz que aquilo não acabou, e que os deuses pagariam por isso.
Após isso, é mostrado o coveiro enterrando o corpo de Calisto também. Ele olha para uma terceira sepultura, pois só faltava mais um. É sugerido que esse coveiro fosse Zeus.
God of War II:
O novo Deus da Guerra não estava deixando contente o Olimpo. Ele estava conseguindo ser mais violento que Ares. Tanto que Atena tenta o deter, de forma argumentativa. A verdade é que Kratos, jamais perdoou os deuses por terem o enganado. Afinal, ele queria esquecer aquele massacre que fez a sua família, não ter perdoado seus crimes
Ele fazia com que Esparta ganhasse mais vezes, sempre ajudando sua nação quando precisava. E estava com as Lâminas de Atenas, no lugar das do Caos, que teria parado de usar em GoW 1. Além dos eventos de Ghost of Sparta.
Mesmo sendo evitado pelos deuses, Kratos continuava seus massacres. E até então chefiava os espartanos contra Rhodes. Desce a terra em tamanho gigante, e tudo parecia ir bem para o tirano, mas uma águia suga parcialmente seus poderes e o torna de tamanho humano. E essa energia vai parar no Colosso de Rhodes, que toma vida própria e ataca os espartanos.
Zeus manda uma espada, a Lâmina do Olimpo, para isso, ele deveria retirar seus poderes e os transferir para a arma. Ele, querendo derrotar o inimigo estranho, ao qual achava ser Atena a culpada daquilo, fez isso. E destrói a estátua.
Sua esperança, por estar ferido, era tocar mais uma vez na Lâmina do Olimpo, e recuperar seus poderes. Mas era tudo um truque de Zeus. O tornando um mortal, pois a águia era o líder do Olimpo. Já que ele via Kratos iria trair todos. Mas para finalizar, antes do espartano morrer, todo o seu exército morre no processo.
Quando ele estava sendo enviado ao submundo, ele é salvo pela Gaia, titã da Terra. E quer que ele se vingue de Zeus, além de seus companheiros no Olimpo. Pelo sofrimento, que assim como Kratos, o Senhor do Olimpo, fez eles sofrerem.
Kratos é revivido, para caçar os meios de derrotar Zeus. Não sendo mais um deus, Kratos não conseguiria entrar no Olimpo. Precisaria encontrar as Irmãs do Destino e usar seus poderes para viajar no tempo. Para isso, conseguiria habilidades diversas oriundas dos titãs. Como Prometeu, Tifão, Cronos... Nem sempre era através de meios pacíficos.
Então, ele foi até a Ilha da Criação, onde estariam essas criaturas lendárias. Lá enfrenta Teseu, Atlas, Ícaro, Perseu e o rei bárbaro, Alrik, aquele mesmo que tinha lhe ferrado no passado.
Nesse meio tempo, ele entra em uma câmara, onde enfrenta alguém nas sombras. Como não consegue enxergar, ele derrota esse inimigo. Para notar no final que se tratava do Último Espartano. Kratos fica furioso, mas logo em seguida tem que enfrentar mais uma criatura mandada para o impedir, o kraken. Novamente, ele vence.
Ele conseguiu invocar o poder da Fênix, para chegar ao Palácio do Destino, e tem te enfrentar as três irmãs e volta no tempo, para o momento em que Zeus o mataria.
Kratos tem sua revanche, quase mata Zeus, mas Atena interfere. Tanto que por descuido, o espartano mata a deusa da sabedoria. Ele ainda pergunta o motivo de proteger tanto seu pai, e ala diz que "Zeus é o Olimpo". E que o líder dos deuses fez isso, por medo do ciclo em que seus filhos matam seus pais e tomam seus tronos.
Mais uma vez, Kratos usa o Fio do Destino, vai até a Titanomaquia (o combate contra os titãs) e os traz para o presente.
O Olimpo é escalado, por diversos titãs, com Kratos nas costas de Gaia. O final disso acontece a seguir...
God of War III:
Quando sobem ao Olimpo, os titãs demonstram não se importarem com Kratos. Na verdade, ele era o meio para alcançar sua intenção: destruir Zeus e os deuses. Ainda assim, o espartano queria sua vingança contra os olimpianos, em especial seu pai. 
O primeiro inimigo derrotado por Kratos é Poseidon, nas costas de Gaia. 
Partindo contra Zeus, ele descobre que os titãs só o usaram. E Kratos caí no Rio Styx, perdendo seus poderes. Graças a morte em God of War II, a personificação espiritual de Atena aparece para o espartano, o auxiliando.
Para derrotar Zeus, ela diz que deveriam destruir as chamas do Olimpo, fonte dos poderes dele. E Atena ainda transforma as Lâminas de Atena, em Lâminas do Exílio. E lá vai Kratos sair do Submundo pela... Terceira vez? Quarta? Nem sei mais...
Ele descobre a estátua de uma jovem que chama por ajuda. Seja quem for, ele confundiu com sua filha Calíope. Além do deus da forja, Hefesto, que tem uma ligação com a garota vista antes.
E encontra o túmulo de Persefone, a mulher de Hades que ele matou em Chain of Olympus! Lembrando que ele está no Submundo. E enfrenta o Hades.
Após isso, Hefesto explica o motivo de tudo estar daquele modo. Após Kratos abrir a Caixa de Pandora em GoW I, Zeus ficou louco por algum motivo... Mas além disso, ficou furioso com o deus da forja, por seu templo não ter detido o espartano. O Senhor do Olimpo espancou seu filho forjador, o mandou para o Submundo e retirou Pandora, sua criação, que via como sua filha.
Ele mata mais deuses, titãs e semi-deuses, como Hélios, Hércules, Perses, Hermes e Hera. E Kratos encontra a Caixa de Pandora, nas Chamas do Olimpo. Mas Atena o repreende, falando que há um poder maior lá dentro, do que daquela vez em que enfrentou Ares. Trancado.
Zeus teria criado a caixa para trancar os males, mas o poder maior, ainda estaria lá dentro. Através de muita porrada e pouca conversa, Kratos descobre que Pandora é a chave para dissipar as Chamas do Olimpo e abrir a Caixa. Por isso Caixa de Pandora. Ele enfrenta Cronos e Hefesto, que tenta o trair.
E Kratos encontra o labirinto no Olimpo, por Dédalo, para guardar Pandora. E para abrir aquele item, Pandora terá que morrer, o que normalmente não seria problema para o espartano, só que ele se afeiçoou a menina.
Quando Pandora quase vai abrir a caixa, Zeus aparece e nova briga acontece. Ainda assim, ela abre, sem querer, a Caixa de Pandora.
Kratos abre a caixa em busca do poder para matar Zeus, mas ela estava vazia. o sacrifício de Zeus foi em vão. O Senhor do Olimpo zomba do espartano, e a luta vai para o ponto mais alto do Olimpo. Gaia aparece, revelando que quer matar a ambos. Filho e neto.
Ele mata Gaia, mas Zeus estava mais vivo que nunca. E o Senhor do Trovão, manda a mente de seu filho para um limbo.
Lá, Kratos vê imagens do passado. Sobre a morte de sua família, a falha com Pandora e nota que a chama da esperança está acessa nele. Ele aceita a perda de filha e esposa e se liberta. Para encarar Zeus definitivamente!
Espanca o espírito e o corpo de Zeus. Derrotando o rei dos olimpianos, causando caos e destruição por todo o mundo grego! Tudo sendo culpa de Kratos e sua vingança, para acabar com deuses e titãs.
Atena aparece e revela que queria tudo aquilo, que os deuses morressem. Para então poder usar o poder da esperança, o poder usado por Kratos até então, para remodelar o mundo a sua maneira. Não se sabe se ela sempre deve esse plano, ou isso aconteceu depois da morte dela pelas mãos do espartano. O que se sabe é, quando a Caixa de Pandora é aberta no GoW I, quando os males fugiram, afetaram os deuses, entre eles o próprio Zeus. E esse poder só não tinha surgido antes, foi por Kratos estar tão imerso em dor e luto, que só depois de aceitar a perda de sua família ela apareceu mais forte em si.
Mas para impedir Atena de tomar posse desse poder, Kratos se golpeia e morre diante daquele ser espectral, que foi sua irmã. Então, ela tira a Lâmina do Olimpo que ele usou para se golpear e vai embora. 
Deixando o deus da guerra, morrendo e sangrando, sozinho...
E no final, na beira daquela plataforma, Kratos deixa naquele lugar, rastros de sangue...