sexta-feira, 27 de maio de 2022

God of War: a cronologia dos games

O grande game da Santa Monica, que surgiu no Playstation 2, hoje em dia é um querido de todos os bons amantes de um hack'n'slash. Entretanto, ele tem uma cronologia confusa. Tanto por conta de seus jogos para PSP, quanto por God of War Ascension. Pois, mesmo não querendo, eles são canônicos. Os erros sobre essa mitologias, eu tratarei em outro texto. Aqui falo da linha cronológica dele.
Então espartano, se prepare.
God of War Ascension:
No início, vemos Kratos sendo torturado pelas Fúrias. Um trio de seres que tinham como função, guardar as juras feitas pelos deuses. Ou seja, se alguém quebrasse esses pactos, seria morto por elas. E suas primeiras vítimas foram os hecatónquiros, seres 50 cabeças e 100 braços. Eram rejeitadas pelos deuses, mesmo que estes soubessem de sua importância.
Para tentar superar Zeus, ela tem um filho com Ares, para então possuir alguém com mais poder, para suceder o Senhor do Olimpo.
Mas o fruto dessa união era frágil e se chamava Orcus. Sendo rejeitado por pai e mãe.
Ao que parece, Kratos rompeu seu pacto com Ares. O que lhe fez ser mandado para a mão das Fúrias. Torturando ele com ilusões de sua casa, sua esposa e filha. Vendo que aquilo não era justo com o espartano, Orcus que guardava as pedras do juramento, começa a auxiliar o herói.
Ele diz que Aleteia, a Oráculo de Delfos, sabia como se livrar do elo com Ares.
Após resgatar Aleteia das mãos dos gêmeos siameses e profetas, Castor e Polux - mas no processo ela morre - o único meio de se livrar desse laço, é derrotando as Fúrias.
De qualquer forma ele é capturado, sendo levado até a prisão dos hecatonquíros. Mas uma das Fúrias, liberta acidentalmente o guerreiro, que passa a ser perseguido por ela. E ela por ele. E a divindade usa insetos para controlar o gigante de diversos membros.
As irmãs restantes o torturam, mas as mata. Faltava uma Fúria... Orcus.
De volta a sua casa em Esparta, Orcus lhe visita. E elas fizeram dele, o portador do elo de Kratos, com Ares. Então, ele precisaria matar aquele que mais o ajudou até ali.
E com isso, o pacto estava quebrado. Mas também, devido a isso, o que ele fez de errado no passado veio a tona... Em sua mente... Em pesadelos...
Pois até então, ele não se lembrava do motivo. E agora, era atrás de um modo de se livrar disso que ele estava. Ele coloca o corpo de Orcus em sua antiga casa e a incendeia.
God of War - Chain of Olympus:
Kratos se compromete a servir os deuses para tentar se livrar da tortura que era viver com as lembranças das mortes de sua esposa e filha. E em uma de suas missões, ele deveria dar um fim em um basilisco gigante e no rei da Pérsia. 
Depois disso, ele vê o Sol caindo do céu. Deixando o mundo inteiro em escuridão. Ele tem consciência que aquilo não era um sinal dos deuses, que ele pediu antes. 
Duas coisas o deixam com a atenção redobrada: uma melódia já conhecida dele e uma névoa escura cobrindo o ambiente. O responsável por isso é Morfeu, um dos primordiais, seres que teriam criado o universo até então. Ele teria adormecido todos os deuses.
O templo em que chegará, era a carruagem de Hélios, o deus do Sol. E possibilitando Morfeu de controlar o sono dos deuses, devido ao poder solar não existir nos céus. Kratos deve encontrar o deus que controla aquele templo e recolocá-lo para o espaço aéreo.
Dentro do lugar, encontra uma estárua de Eos, irmã de Hélios. A deusa do amanhecer. E ela, assim como Atenas, fala que o responsável pelo sumiço do seu irmão é o titã Atlas. 
O espartano encontra Eos, que lhe diz que ele precisa conseguir o Fogo Primordial, para despertar os corcéis de Hélios. E com isso ele vai até o submundo atrás de Atlas e do deus do Sol.
No caminho encontra Caronte, o barqueiro das almas. Kratos precisa fazer a travessia, mas Caronte não o permite, o que gera um conflito. Sendo que Krato é derrotado. 
Ele é aprisionado onde alguns titãs estavam e se pergunta, quem teria poder para libertar esses seres?...
Kratos volta com a manopla de Zeus, uma arma que obteve no caminho, para enfrentar Caronte. 
A melodia que ele ouvia antes se torna mais forte quando ele realmente chega ao submundo. Na terra dos mortos, ele vê a sua filha Calíope. Ao perseguir ela, encontra outra personagem. Persefone.
Ela foi enganada por Hades, assim como Kratos foi traído por Ares. Isso pois o deus do submundo se apaixonou por ela. Para isso, fez ela comer uma romã do mundo dos mortos, o que a forçava a permanecer ali.
Kratos não liga e exige ver sua filha. Mas Persefone diz que ela está nos Campos Elíseos, onde ficam as almas boas. Mas devido ao seu histórico sangrento, nunca poderia colocar seus pés naquele lugar. Ainda assim, a mulher de Hades, diz que se o espartano abdicasse dos seus poderes, ele conseguiria entrar naquele território puro.
Para isso, a árvore proibida, deveria sugar toda a sua impureza.
Depois de uma longa jornada, ele encontra sua filha. Mas não liga para isso. A reunião é interrompida por Persefone, que conta seu plano a Kratos. 
Ela teria libertado Atlas. Pois com isso, o poder do Sol, nas mãos de Atlas, seria questão de tempo para ele destruir o pilar que sustenta o mundo. Assim, como o Olimpo com ele. Tudo isso por ódio aos deuses. Nem que para isso, ela também morresse.
Para deter Persefone, Kratos deveria abandonar sua filha, para sempre. Só havia uma coisa a ser feita. Ele faz um massacre nos Elíseos. Retirada sua pureza, as almas lhe devolveram os poderes que ele continha antes. E ele se volta para a mulher de Hades.
Ela leva Kratos, a contragosto, para o pilar. Atlas interfere para auxiliar a deusa. Kratos usa uma estratégia para fazer o titã segurar sustentar o peso do mundo no lugar do pilar, ficando preso a correntes poderosas demais. 
Kratos mata Persefone, e antes de morrer, ela lança uma espécie de maldição sobre ele. "O seu sofrimento nunca vai acabar, Fantasma de Esparta". Ele ainda conversa com Atlas e após esse diálogo, ele não escutava mais a canção de Calíope.
A carruagem do Sol, voltou com Kratos para a superfície. Morfeu, que era toda aquela fumaça que cobria o mundo, voltou para a escuridão. Depois disso, o espartano caiu na superfície da terra, mas foi salvo por Atena e Hélio. Em uma pedra que depois de acordar, ele tentaria o suicídio.
God of War:
Nós acompanhamos o ex-soldado espartano Kratos, que estaria cumprindo ordens para o Olimpo. Através de Atena, que lhe aparecia em alguns momentos, ele está anos fazendo esses serviços. Por conta de algo que aquele fez em seu passado. Talvez ele não se lembre, ou não queira se lembrar... Mas inicialmente não sabemos sobre isso.
Então, ele foi enviado para deter Ares. Os deuses não poderiam interferir com os mortais de forma tão direta, mas o Deus da Guerra, estava pouco ligando para as regras de seu pai, Zeus. Então, através de um oráculo, Kratos descobriu que só poderia vencer seu inimigo divino com a Caixa de Pandora, que poderia ter uma força antiga e extremamente poderosa. Para isso, teria que alcançar as costas do titã Cronos.
Enquanto isso ocorria, Kratos ganhava habilidades dadas pelos deuses e se lembra o que tinha ocorrido em seu passado sombrio.
Em uma batalha, quando Kratos estava combatendo um rei bárbaro, notando que iria perder, ele rogou forças ao deus Ares. O mesmo, vendo que os exércitos do inimigo eram poderosos, deu ao general espartano duas lâminas poderosas, as Lâmina do Caos. Com isso, ele derrotou as tropas inimigas, facilmente.
Se tornando um servo fiel a Ares, ele atacava diversos lugares sem pensar. Então, em um de seus ataques, invadiu e matou todos que estavam em um templo. Sem saber, Kratos matou sua mulher, Lysandra, e sua filha, Calíope. Após isso, a sacerdotisa do lugar, a única que sobreviveu ao que parece, jogou através de magia, as cinzas delas, sobre a pele do espartano. Desde então ele seria chamado de Fantasma de Esparta. Um flagelo que tentaria se livrar de seu antigo mestre, através de seu combate. 
Passado por tudo, Kratos até morre, mas consegue fugir do Tártaro, e consegue pegar a caixa de Pandora. Que tinha sido pega por Ares. E tanto Kratos, quanto Ares ficam gigantes e combatem um ao outro nas terras gregas. Depois de intenso combate, o espartano vence o Deus da Guerra.
Mas ele nunca conseguiria se livrar de seus pesadelos, mas o perdoavam pelos pecados que ele cometeu. E isso traria problemas futuramente.
Depois disso, Atena detém a tentativa de suicídio de Kratos saltando de um monte, para o colocar no poder como o novo Deus da Guerra. O que iria causar problemas maiores.
God of War - Ghost of Sparta:
Kratos era o novo deus da guerra.
Segundo o que é dito, existia uma profecia. Ela dizia que o Olimpo seria destruído por um guerreiro mortal, ao qual portaria uma marca. Os deuses achavam que esse guerreiro seria Deimos, o irmão de Kratos. Pois ele tinha marcas de nascença pelo seu corpo. 
Ares e Atenas são mandados a uma aldeia da Grécia, enquanto Kratos e Deimos treinavam. 
Ares leva Deimos, e Kratos, na tentativa de impedir o rapto de seu irmão, lança um ataque contra o deus da guerra. Mas é atingido com um soco em seu olho, deixando no jovem espartano a cicatriz que permaneceria com ele. 
O deus da guerra quase mata Kratos, mas é detido por Atena. Ela o lembra que seu objetivo é apenas o garoto com a marca. E obviamente, o garoto que sobrou não sabia quem eram aqueles dois naquela época.
No seu trono, já nos dias atuais, Kratos passa a ter visões. Algumas de seu irmão, e outras de sua mãe, que clamava por socorro. Por isso, ele vai até Atlântida, contrariando as palavras dos deuses sobre isso.
Lá ele encontra Calisto, sua mãe. Ela revela que seu irmão está vivo. Já ele pergunta quem foi o responsável pelo rapto de seu irmão, e o sofrimento de sua mãe. Teria sido o pai do espartano, o verdadeiro, mas ela estava proibida te falar esse nome. E após sussurrar isso, ela se torna uma aberração e ataca seu filho.
Após isso, ele vence, matando além de filha e esposa, sua mãe.
Para sair de Atlântida, ele encontra Tera, uma titânidea que Kratos liberta e ganha uma parte de seu poder nisso. Com isso, Atlântida afunda, pois era ela que mantinha a cidade de Poseidon em pé.
Quando está fazendo isso, ele encontra um coveiro, que conheceu em GoW I, na porta da entrada para o Submundo. Ele o alerta para não se voltar contra os deuses, e esquecer essa jornada de encontrar seu irmão. 
Depois de uma longa jornada, ele chega a Esparta. Além de ser ovacionado, ele nota um grupo de espartanos, liderado por um homem (mais tarde chamado de o Último Espartano) que estão derrubando uma estátua de Ares. 
Ao chegar ao antigo templo de Ares, em Esparta, ele descobre que deve voltar a agora, cidade submersa de Atlântida. Pois lá fica a entrada para o domínio de Thanatos, deus da morte. Antes de ir, o Último Espartano lhe dá uma lança e escudo.
Poseidon manda monstros e uma tempestade para acabar com Kratos, mas só matam a tripulação e afunda o navio. Após isso, uma estátua do deus dos mares, aparece para o espartano, falando que ele pagaria por afundar seu reino.
Passando pela ruína da cidade e encontrando o domínio da morte, ele finalmente encontra seu irmão, Deimos. Mesmo o libertando, ele ataca o deus da guerra, pois estava confuso, achando que ele sempre soube de seu cárcere, mas nunca quis o ajudar. Kratos é muito machucado por seu irmão, mas a luta só é encerrada, pois Thanatos aparece e leva o seu prisioneiro.
Ao ser levado, Deimos consegue se livrar do deus da morte, mas quase cai em um precipício. Mas Kratos salva seu irmão. Os dois se reconciliam e partem pra cima de Thanatos.
O deus da morte, ao ver os dois, diz que um guerreiro marcado traria a destruição para o Olimpo, algo profetizado por um oráculo. Mas Ares escolheu errado, segundo a visão dele. Ele ainda diz que os deuses escolhem e as Irmãs do Destino executam isso.
Depois de boa parte de uma luta, Thanatos se transforma, acabando a matar Deimos. Depois da derrota do deus da morte, Kratos vai enterrar seu irmão. Entretanto, ele encontra mais uma vez o coveiro. Já com um túmulo pronto.
O espartano em seguida vai mais uma vez até aquele penhasco que foi em GOW I. E se questiona no monstro que se tornou.
Atena aparece, lhe falando que ele se livrou dos elo mortais. Agora, ele era um deus. Mas Kratos diz que aquilo não acabou, e que os deuses pagariam por isso.
Após isso, é mostrado o coveiro enterrando o corpo de Calisto também. Ele olha para uma terceira sepultura, pois só faltava mais um. É sugerido que esse coveiro fosse Zeus.
God of War II:
O novo Deus da Guerra não estava deixando contente o Olimpo. Ele estava conseguindo ser mais violento que Ares. Tanto que Atena tenta o deter, de forma argumentativa. A verdade é que Kratos, jamais perdoou os deuses por terem o enganado. Afinal, ele queria esquecer aquele massacre que fez a sua família, não ter perdoado seus crimes
Ele fazia com que Esparta ganhasse mais vezes, sempre ajudando sua nação quando precisava. E estava com as Lâminas de Atenas, no lugar das do Caos, que teria parado de usar em GoW 1. Além dos eventos de Ghost of Sparta.
Mesmo sendo evitado pelos deuses, Kratos continuava seus massacres. E até então chefiava os espartanos contra Rhodes. Desce a terra em tamanho gigante, e tudo parecia ir bem para o tirano, mas uma águia suga parcialmente seus poderes e o torna de tamanho humano. E essa energia vai parar no Colosso de Rhodes, que toma vida própria e ataca os espartanos.
Zeus manda uma espada, a Lâmina do Olimpo, para isso, ele deveria retirar seus poderes e os transferir para a arma. Ele, querendo derrotar o inimigo estranho, ao qual achava ser Atena a culpada daquilo, fez isso. E destrói a estátua.
Sua esperança, por estar ferido, era tocar mais uma vez na Lâmina do Olimpo, e recuperar seus poderes. Mas era tudo um truque de Zeus. O tornando um mortal, pois a águia era o líder do Olimpo. Já que ele via Kratos iria trair todos. Mas para finalizar, antes do espartano morrer, todo o seu exército morre no processo.
Quando ele estava sendo enviado ao submundo, ele é salvo pela Gaia, titã da Terra. E quer que ele se vingue de Zeus, além de seus companheiros no Olimpo. Pelo sofrimento, que assim como Kratos, o Senhor do Olimpo, fez eles sofrerem.
Kratos é revivido, para caçar os meios de derrotar Zeus. Não sendo mais um deus, Kratos não conseguiria entrar no Olimpo. Precisaria encontrar as Irmãs do Destino e usar seus poderes para viajar no tempo. Para isso, conseguiria habilidades diversas oriundas dos titãs. Como Prometeu, Tifão, Cronos... Nem sempre era através de meios pacíficos.
Então, ele foi até a Ilha da Criação, onde estariam essas criaturas lendárias. Lá enfrenta Teseu, Atlas, Ícaro, Perseu e o rei bárbaro, Alrik, aquele mesmo que tinha lhe ferrado no passado.
Nesse meio tempo, ele entra em uma câmara, onde enfrenta alguém nas sombras. Como não consegue enxergar, ele derrota esse inimigo. Para notar no final que se tratava do Último Espartano. Kratos fica furioso, mas logo em seguida tem que enfrentar mais uma criatura mandada para o impedir, o kraken. Novamente, ele vence.
Ele conseguiu invocar o poder da Fênix, para chegar ao Palácio do Destino, e tem te enfrentar as três irmãs e volta no tempo, para o momento em que Zeus o mataria.
Kratos tem sua revanche, quase mata Zeus, mas Atena interfere. Tanto que por descuido, o espartano mata a deusa da sabedoria. Ele ainda pergunta o motivo de proteger tanto seu pai, e ala diz que "Zeus é o Olimpo". E que o líder dos deuses fez isso, por medo do ciclo em que seus filhos matam seus pais e tomam seus tronos.
Mais uma vez, Kratos usa o Fio do Destino, vai até a Titanomaquia (o combate contra os titãs) e os traz para o presente.
O Olimpo é escalado, por diversos titãs, com Kratos nas costas de Gaia. O final disso acontece a seguir...
God of War III:
Quando sobem ao Olimpo, os titãs demonstram não se importarem com Kratos. Na verdade, ele era o meio para alcançar sua intenção: destruir Zeus e os deuses. Ainda assim, o espartano queria sua vingança contra os olimpianos, em especial seu pai. 
O primeiro inimigo derrotado por Kratos é Poseidon, nas costas de Gaia. 
Partindo contra Zeus, ele descobre que os titãs só o usaram. E Kratos caí no Rio Styx, perdendo seus poderes. Graças a morte em God of War II, a personificação espiritual de Atena aparece para o espartano, o auxiliando.
Para derrotar Zeus, ela diz que deveriam destruir as chamas do Olimpo, fonte dos poderes dele. E Atena ainda transforma as Lâminas de Atena, em Lâminas do Exílio. E lá vai Kratos sair do Submundo pela... Terceira vez? Quarta? Nem sei mais...
Ele descobre a estátua de uma jovem que chama por ajuda. Seja quem for, ele confundiu com sua filha Calíope. Além do deus da forja, Hefesto, que tem uma ligação com a garota vista antes.
E encontra o túmulo de Persefone, a mulher de Hades que ele matou em Chain of Olympus! Lembrando que ele está no Submundo. E enfrenta o Hades.
Após isso, Hefesto explica o motivo de tudo estar daquele modo. Após Kratos abrir a Caixa de Pandora em GoW I, Zeus ficou louco por algum motivo... Mas além disso, ficou furioso com o deus da forja, por seu templo não ter detido o espartano. O Senhor do Olimpo espancou seu filho forjador, o mandou para o Submundo e retirou Pandora, sua criação, que via como sua filha.
Ele mata mais deuses, titãs e semi-deuses, como Hélios, Hércules, Perses, Hermes e Hera. E Kratos encontra a Caixa de Pandora, nas Chamas do Olimpo. Mas Atena o repreende, falando que há um poder maior lá dentro, do que daquela vez em que enfrentou Ares. Trancado.
Zeus teria criado a caixa para trancar os males, mas o poder maior, ainda estaria lá dentro. Através de muita porrada e pouca conversa, Kratos descobre que Pandora é a chave para dissipar as Chamas do Olimpo e abrir a Caixa. Por isso Caixa de Pandora. Ele enfrenta Cronos e Hefesto, que tenta o trair.
E Kratos encontra o labirinto no Olimpo, por Dédalo, para guardar Pandora. E para abrir aquele item, Pandora terá que morrer, o que normalmente não seria problema para o espartano, só que ele se afeiçoou a menina.
Quando Pandora quase vai abrir a caixa, Zeus aparece e nova briga acontece. Ainda assim, ela abre, sem querer, a Caixa de Pandora.
Kratos abre a caixa em busca do poder para matar Zeus, mas ela estava vazia. o sacrifício de Zeus foi em vão. O Senhor do Olimpo zomba do espartano, e a luta vai para o ponto mais alto do Olimpo. Gaia aparece, revelando que quer matar a ambos. Filho e neto.
Ele mata Gaia, mas Zeus estava mais vivo que nunca. E o Senhor do Trovão, manda a mente de seu filho para um limbo.
Lá, Kratos vê imagens do passado. Sobre a morte de sua família, a falha com Pandora e nota que a chama da esperança está acessa nele. Ele aceita a perda de filha e esposa e se liberta. Para encarar Zeus definitivamente!
Espanca o espírito e o corpo de Zeus. Derrotando o rei dos olimpianos, causando caos e destruição por todo o mundo grego! Tudo sendo culpa de Kratos e sua vingança, para acabar com deuses e titãs.
Atena aparece e revela que queria tudo aquilo, que os deuses morressem. Para então poder usar o poder da esperança, o poder usado por Kratos até então, para remodelar o mundo a sua maneira. Não se sabe se ela sempre deve esse plano, ou isso aconteceu depois da morte dela pelas mãos do espartano. O que se sabe é, quando a Caixa de Pandora é aberta no GoW I, quando os males fugiram, afetaram os deuses, entre eles o próprio Zeus. E esse poder só não tinha surgido antes, foi por Kratos estar tão imerso em dor e luto, que só depois de aceitar a perda de sua família ela apareceu mais forte em si.
Mas para impedir Atena de tomar posse desse poder, Kratos se golpeia e morre diante daquele ser espectral, que foi sua irmã. Então, ela tira a Lâmina do Olimpo que ele usou para se golpear e vai embora. 
Deixando o deus da guerra, morrendo e sangrando, sozinho...
E no final, na beira daquela plataforma, Kratos deixa naquele lugar, rastros de sangue...


sexta-feira, 6 de maio de 2022

Weird War Tales: Contos sombrios de guerra

Weird War Tales (Estranhas Histórias de Guerra) da DC Comics, uma série onde a Morte, um esqueleto vestido de militar apresentava várias HQs estranhas de guerra.
Entre as histórias, duas séries se destacaram:
The Creature Commandos, onde soldados são "voluntários" para compor um esquadrão de soldados monstruosos como Volker, o vampiro que anda a luz do dia; Griffith, o Lobisomem sanguinário; "Lucky" Taylor, o soldado "Frankenstein", a médica "Dra. Medusa" e, o pior monstro de todos, o implacável e preconceituoso líder humano, o Tenente Shrivie.
Por último, aparece G.I.Robot, um soldado-robô com sentimentos humanos que acabou como aliado recorrente do Esquadrão de Monstros, em agressivas batalhas contra a ascensão da ameaça nazista na Segunda Guerra Mundial.
Entre os artistas das séries : J.M. DeMatteis (Liga da Justiça), Bob Hall (West Cost Avengers); Robert Kanigher (Sargento Rock), Dan Spiegle (Teen Titans) e John Cellardo (Tarzan).

domingo, 1 de maio de 2022

Será que a Anitta é promíscua, ou nós que somos chatos hoje em dia?

Sobre algumas polêmicas sobre cantores serem desbocados ou, como falaram mesmo… promíscuos? Aqui estão dois fatos sobre Elvis Presley e Madonna.
Confira:
Elvis Presley: A primeira vez que Elvis Presley apareceu na televisão foi um escândalo. Para os religiosos, seus quadris e pés agitados eram provocação pura. Emissoras por toda parte foram instruídas a mostrar o Rei do Rock apenas de cintura para cima.
Nos anos 1950, ele estava em seu auge, vivia a vida perfeita de um dos astros do Rock mais famosos do mundo. De um lado, garotas se descabelavam pelo astro; do outro, instituições religiosas pediam que pais norte-americanos não permitissem que seus filhos escutassem as músicas do Rei.
Madonna: Madonna, muitas vezes chamada de “A Rainha do Pop”, teve uma influência profunda na cultura musical e buscou sempre uma abordagem independente para sua carreira – escrevendo a maioria de suas canções e constantemente redefinindo sua imagem. Por ultrapassar os limites do gosto e do comportamento, ela sempre causou controvérsia por perturbar as sensibilidades religiosas e morais.
Ao longo de sua carreira, Madonna causou muita polêmica por emoldurar sua música  com  um misto de ícones de sexualidade e imagens religiosas.  O lançamento do álbum de “Madonna Like A Prayer” (1989) foi lançado no mesmo tempo que o fim de seu casamento. O clipe da música-título mostrava Madonna confessando a um padre e se insinuando a ele. O vídeo causou um rebuliço na Igreja Católica que passou a desaconselhar o seu trabalho.
A verdade é que atualmente, os chamados promíscuos podem SIM usar de sua sexualidade durante as apresentações de shows. Pois desde o começo da humanidade, os artistas SEMPRE O FIZERAM. Podemos ver isso em teatros gregos, em peças de teatro e filmes. Cabe ao espectador se aquilo o agrada ou não.
Eu gosto de uma comédia romântica, mas prefiro um filme de terror e horror, do que rir!
A verdade é que as críticas para artistas famosos estão mais voltadas a questões políticas do que pela "manutenção da moral e bons costumes". Mesmo porque, os ditos "religiosos" são normalmente os que menos são respeitosos em diversas áreas da vida, como pudemos ver em diversos noticiários recentemente.


sexta-feira, 22 de abril de 2022

As referências a Shakespeare no mundo pop

Dentro do mundo pop, nós podemos ver diversas referências a autores clássicos. Mas talvez um dos melhores e mais legais de ver dentro de outras obras, é Shakespeare. Independente de você gostar ou não, é óbvio que ele é conhecido por suas diversas obras únicas. Então, vamos falar de referências do grande dramaturgo. 
Só uma tira de pele no Nordeste!: Em o Mercador de Veneza, Shylock, um judeu, cobraria de um determinado personagem, não dinheiro. Mas uma tira de couro. Como membro dessa religião, no período em que Shakespeare escreveu a peça, ele era hostilizado apenas por ter nascido nesse grupo. Em uma espécie de "acerto de contas" com a sociedade que o ataca ele cobra isso. 
Mas se dá mal: o contrato tem uma falha, já que ele não pode tirar MAIS do que uma tira de couro. Nem sangue, nem nervos podem sair, no momento corte. 
Na história de o Auto da Compadecida, Chicó faz a promessa de dar uma tira de couro, se não conseguisse a grana que emprestou do coronel local. A sua esposa, Rosinha e João Grilo, usam o mesmo argumento de o Mercador de Veneza, para livrar o recém-casado.
Judeus e negros: Ainda em o Mercador de Veneza, existe um monólogo de Shylock que é pesado:
"Para isca de peixe. Se não servir para alimentar coisa alguma, servirá para alimentar minha vingança. Ele me humilhou, impediu-me de ganhar meio milhão, riu de meus prejuízos, zombou de meus lucros, escarneceu de minha nação, atravessou-se-me nos negócios, fez que meus amigos se arrefecessem, encorajou meus inimigos. E tudo, por quê? Por eu ser judeu. Os judeus não têm olhos? Os judeus não têm mãos, órgãos, dimensões, sentidos, inclinações, paixões? Não ingerem os mesmos alimentos, não se ferem com as armas, não estão sujeitos às mesmas doenças, não se curam com os mesmos remédios, não se aquecem e refrescam com o mesmo verão e o mesmo inverno que aquecem e refrescam os cristãos? Se nos espetardes, não sangramos? Se nos fizerdes cócegas, não rimos? Se nos derdes veneno, não morremos? E se nos ofenderdes, não devemos vingar-nos? Se em tudo o mais somos iguais a vós, teremos de ser iguais também a esse respeito. Se um judeu ofende a um cristão, qual é a humildade deste? Vingança. Se um cristão ofender a um judeu, qual deve ser a paciência deste, de acordo com o exemplo do cristão? Ora, vingança. Hei de por em prática a maldade que me ensinastes, sendo de censurar se eu não fizer melhor do que a encomenda."
Isso demonstra, o anti-semitismo que ocorria na época de Shakespeare. Mas em Ô Pai Ô, uma cena muito parecida surge, em queo personagem Lázaro Ramos troca de forma brilhante, o "judeu", por "negro", enquanto confronta o personagem de Wagner Moura. Brilhante.
O Senhor dos Sonhos pede peças de teatro ao Bardo: Dentro de Sandman, quando Neil Gaiman controlava a criação do personagem, ocorreu em determinada edição o encontro de Morfeus com Shakespeare. Na verdade, pelo que se sabe, e é relatado na HQ, William era bem fraco e pouco inspirado em suas obras. E foi a mão do Senhor dos Sonhos, que teria gerado no Bardo, a inspiração para sua obras serem tão boas. Afinal, ele pode transcrever sonhos em forma real o mundo onírico.
As obras que ele fez foram Sonho de uma Noite de Verão (exibida para Morfeu e os senhores do Reino das Fadas, ainda quando William estava vivo) e A Tempestade (que se acredita ter sido sua última peça e com um final mais feliz).
Anime e mangá com Shakespeare: De um lado, uma jornada por vingança em nome da justiça, em memória da irmã morta. Do outro, um desejo de vingança em nome da honra, para reaver a posição de líder e salvar o mundo. Em meio a tudo isso, um garoto comum, tentando ajudar seu melhor amigo enquanto é levado à força para um lado oculto do mundo, cheio de magia e conspirações. O risco? A destruição de toda a civilização.
As influências em Shakespeare tem relação com Hamlet, por todo seu conteúdo relacionado a vingança acima de tudo e todos, e A Tempestade, pois lida sobre uma maga poderosa, isolada em uma ilha. Como isso é possível? Só vendo o anime e mangá.
Mas a primeira temporada tem mais esse lado de Hamlet, enquanto a segunda é mais leve até.
O Rei Leão puxa muito de Hamlet: Falando em Hamlet, a obra da Disney, que já muitas vezes é comparada a Kimba O Leão Branco de Osamu Tezuka, pode ser comparada outra coisa.
Uma história de vingança, em busca de justiça, pois o tio teria tomado o lugar que era seu. Tomando para si a rainha, mãe do protagonista. Foi visitado por um espírito do pai, pedindo que ele fizesse o necessário para arrumar tudo. Pode parecer apenas a história de Simba e sua trajetória, mas também é o enredo de Hamlet.
Apesar de parecerem, obviamente, o mais trágico e com final nada feliz é Hamlet. Pois como qualquer animação, O Rei Leão tem um final mais simples e singelo. Mesmo com a trágica morte de Mufasa, nas mãos de Scar.
A Megera Domada em 10 Coisas que eu Odeio em Você e O Cravo e a Rosa: O filme pode ser conhecido como um dos melhores trabalhos de Heath Ledger, mesmo com Batman - Cavaleiro das Trevas sendo o trabalho que lhe garantiu um Oscar póstumo. O Cravo e a Rosa é algo tratado como uma das melhores novelas da Globo.
Ambas as obras são inspiradas na obra de Megera Domada, tanto que a novela tem nomes inspirados no teatro inglês.


sexta-feira, 18 de março de 2022

Animações brasileiras

Historietas Assombradas (Para Crianças Malcriadas):
 
Historietas Assombradas para Crianças Malcriadas é uma animação inspirada em um curta-metragem produzido pela produtora Glaz. A série conta a história de um garoto de 11 anos chamado Pepe, que ajuda sua avó fazendo entregas de artefatos e poções mágicas através da internet.
Mas o Pepe não é o exemplo de protagonista. Nesse mundo cheio de criaturas, ele faz diversas pegadinhas, que normalmente o colocam em problemas enormes. Passando por lendas como a Loira do Banheiro, fantasmas, seres mitológicos de origem japonesa, fim do mundo e o Natal.
Em cada episódio, o garoto vive diversas aventuras estranhas, enfrentando monstros, fantasmas, espíritos e todo tipo de criatura sobrenatural.
Tromba Trem:
 
Tromba Trem acompanha a jornada de Gajah, um elefante sem memória; Duda, uma tamanduá vegetariana e uma colônia de cupins que acredita ser de outro planeta.
Acontece que o Gajah caiu de um zepellin. De onde ele veio? Ninguém imagina, mas Duda quer o ajudar e conta com a rainha da colônia, o coronel, e um cupim chamado Júnior. E tudo com histórias BEM malucas. E extremamente divertidas.
Os personagens viajam juntos num trem a vapor pela América Latina. No formato ‘road movie’, a série brasileira apresenta ao público a cada episódio um novo lugar e um novo personagem.
Irmão do Jorel:
A série mostra o cotidiano de uma família excêntrica e extravagante. O filho mais novo conhecido apenas pelo nome de "Irmão do Jorel" é ofuscado pela fama e popularidade de seu irmão mais velho Jorel. Junto de sua família composta por seus dois irmãos mais velhos, seu pai, sua mãe, suas duas avós e seu cachorro eles vivem situações típicas de uma família brasileira no final da década de 80.
Há até mesmo piadas sobre a ditadura militar ("Os palhaços estavam no comando", é querendo fazer menção ao governo militar na época).

sábado, 12 de março de 2022

Obras em que as pessoas NÃO sabem o que são as criaturas sobrenaturais que estão atacando

The Walking Dead:
Talvez uma das melhores histórias sobre zumbis dos últimos tempos. Com seus altos e baixos. Com, pelo menos, mais de dez anos de exibição (só na série, pois nas HQs pode ser MUITO mais). Entretanto, todas as pessoas viviam em um mundo comum, com pessoas que não teriam problemas. O Negan mesmo, antes de tudo era um professor de educação física. Rick Grimes era só um cara da polícia norte-americana, um xerife. Entre tantos outros eram pessoas, como quaisquer outras. Mas veio o vírus que transforma os outros em caminhantes (walkers).
O vírus Fogo Incontrolável.
Não existe explicação para o vírus até agora. Talvez tenha algum envolvimento do governo, devido ao centro de pesquisa de Atlanta estar em busca de uma cura. Pode ter sido de forma intencional ou acidental. O que importa é que ele se espalhou pelo mundo sem controle algum.
Entretanto, as criaturas que surgem devido a esse apocalipse, não são zumbis. Tanto que o nome daqueles com o vírus são caminhantes. Apesar da obra ser inspirada por filmes de George Romero, o "pai dos filmes de zumbis", eles não existem naquele universo. Isso foi uma boa jogada do autor, para impedir que eles, os personagens, estivessem preparados para essa situação. Vendo hoje em dia, a quantidade de vídeos do Youtube que tentam lidar com os filmes de terror, foi bem esperto isso.
Missa da Meia-Noite:
Um rapaz, alcoolatra que causou um acidente de carro, volta para sua casa. Em uma ilha que fica na costa de Washington. A pequena comunidade de Crooked Island é extremamente católica, e como ele perdeu sua fé na religião, ele sente certa dificuldade em se reconectar com os habitantes dali. Incluindo seus pais, seu irmão mais novo e sua ex-namorada.
Mas algo muda quando um novo padre aparece no lugar. Seu nome é Paul Hill e ele teria vindo para substituir o antigo, pois esse estaria sendo tratado no continente devido a sua saúde. O problema é que alguns ataques a vida animal da ilha e supostos "milagres" estão acontecendo, parecendo envolver esse sacerdote. Que tem sim, muitas atitudes suspeitas.
A série foi criada pela mesma pessoa que fez A Maldição da Mansão Hill e A Maldição da Mansão Bly, ambas da Netflix, inspiradas em obras literárias. Mas que ele faz sua própria versão da história.
Mas na verdade, o que o padre chama de seu anjo. Entretanto, ele está BEM distante disso. Ele se alimenta de sangue, não suporta a luz do dia, vindo do Oriente Médio, com asas de morcego, demonstrando ser um vampiro. Apesar que em diferentes culturas, esse nome não era usado para todos, várias sociedades tem um relato sobre seres que se alimentam do sangue e carne das pessoas comuns. Lembrando, que não há citação sobre vampiros na obra, como se nunca tivessem ouvido falar desses seres, em lendas ou obras. Só se fala de anjos e demônios, remetendo a crise espiritual na ilha.
Mas até sua chegada na ilha, lembra a chegada de Drácula ao continente.

sexta-feira, 4 de março de 2022

O Pacificador está errado em um ponto sobre o Batman

O Batman é sim um babaca. Isso é um fato. Mas isso tem a ver por exemplo, dele escalar crianças para sua cruzada contra o crime, não admitir suas falhas emocionais e usar um colante enfiado no... Enfim, tudo isso demonstra o quanto ele realmente é uma cara idiota em diversos aspectos. Entretanto, na série Peacemaker, o personagem principal faz uma crítica ao Cruzado Encapuzado.
Só que o motivo não faz sentido:

Acusador: O Pacificador

O anti-herói, Pacificador, é comparado ao Batman, em determinado ponto. Já que ele mata, diferente do herói de Gotham.
O Pacificador odeia todos os membros da Liga da Justiça, com exceção da Mulher-Maravilha, mas isso se deve a sua misoginia e machismo inerentes. Entretanto, o próprio James Gunn falou que nesse ponto o personagem estava certo. Sobre a questão de como ele via o Batman, algo que desgradou a DC Comics.
O argumento de Chris, o anti-herói, é que ele não tinha inimigos, pois diferente do Batman, ele eliminava os criminosos. E que se o Batman fizesse isso, talvez, tivessem menos vilões vestidos de palhaço pelas ruas, uma clara alusão ao Coringa. Mas pode ser diversos dos inimigos do Morcegão.

Acusado: O Batman

O Batman, tem um código moral de não matar. Se seguirmos, o raciocínio de que o Batman do mundo da série segue os mesmos padrões dos de mundo semelhantes, ele não se utiliza de armas de fogo e prefere não matar. É até piada que ele pode causar traumatismo e deixar alguém paralítico, mas matar jamais.
Entretanto, é fato que ele usa de força excessiva muitas vezes, deixando seus alvos gravemente feridos. 
O motivo de não usar armas, é por que seu pais, Thomas e Martha Wayne, foram mortos por um bandido conhecido como Joe Chill. Ele disparou contra o casal, ao tentar roubar da milionária, um colar de pérolas. Após isso, o trauma foi tão grande, que o jovem Bruce Wayne treinaria pelo mundo com mestres em artes marciais e investigação, para usar esse conhecimento a combater o crime organizado dentro de seu lar.

O veredicto: Inocente
O Batman é culpado de outras coisas erradas, que podem ou não ser por conta de seu trauma: ser a favor de usar jovens para combater o crime, como é o caso dos robins ou até mesmo de não ser sincero com outras pessoas, o que causou atritos com pessoas próximas, a Batfamília e a Liga da Justiça, mas ele não está errado.
O Batman serve como um policial para Gotham. E assim como a polícia, ele não pode matar.
O que muita gente não entende é que a função de um policial, não é matar criminosos, mas os deter. Assim, se ele apresentar resistência (e só nesses casos) uma arma pode ser usada para o imobilizar. Impedindo o criminoso de fugir. E através de uma prisão, tentar reabilitar o sujeito.
Ou seja, nesse caso, o Batman não é culpado de não matar os criminosos. Na verdade, ele faz o que a lei pede. Não só a lei, mas os ditames morais. E de humanidade.

sábado, 26 de fevereiro de 2022

As qualidades e defeitos dos filmes da DC e Marvel

O fator Warner:
A Warner Bros. é conhecida por fazer muitas coisas boas, com os personagens da DC Comics. Mas em especial, com animações. Em relação a séries, a DC tem coisas bem melhores do que a Marvel. Desde séries (Batman Série Animada, Superman Série Animada, Liga da Justiça, Liga da Justiça Sem Limites, Super Choque, Jovens Titãs, Justiça Jovem), até filmes (Batman Contra O Capuz Vermelho, Batman O Cavaleiro das Trevas, Liga da Justiça em Dois Mundos, Grandes Astros: Superman, Superman Contra a Elite). Mas nos filmes, isso nem sempre dá certo. Em diversos pontos.
Podemos começar com o filme Liga da Justiça, a versão de 2017. Que não tem apenas a mão do Joss Whedon ferrando com tudo. Mas o longa metragem tem vários problemas por conta desse diretor e de Geoff Johns, o cara principal da DC nesse período.
Joss foi abusivo com Ray Fisher, que fez o Ciborgue. Fez cenas constrangedoras com Ezra Miller e Gal Gadot, o Flash e a Mulher-Maravilha, de uma forma bem desnecessária. Colocou muito mais humor desnecessário dentro do enredo, além de cenas muito vergonha alheia. Como quanto ele salva a família. Os poderes do personagem não foram explorados. Mas parecia que era um plano pra quebrar a versão de Snyder mesmo. Até a versão do Lobo das Estepes ficou muito menos atrativa.
A Warner não sabe o que faz atualmente com boa parte de seus campeões, mesmo quando tem coisas muito boas em mão: como Joaquim Phoenix fazendo o Coringa e Robert Pattison interpretando o Batman. Ainda bem que eles não estragaram isso... Ainda...

Family friendly já deu:
Você já deve ter assistido um filme da Marvel. Não daqueles feitos por outros estúdios como a antiga Fox (hoje Starz) e a Sony, mas os da Casa das Ideias, que veio com Homem de Ferro, como carro chefe. Falado isso, qual cena você se lembra que é violenta? Não tem. Talvez a cena mais violenta, seja do filme mais engraçado, ou ao menos, em que a comédia é bem mais forte, Homem-Formiga. Quando o vilão miniaturiza um homem, podemos ver uma "massa de carne" quadradinha.
Mas se você se lembra de Homem-Aranha: Sem volta pra casa, tem a cena da tia May morrendo nos braços de Peter. Errou meu amigo, ali você pode ver sangue, mas está assistindo um filme da Sony. Mas como isso? Simples, para resumir, a Sony Pictures tem parte dos direitos sobre o personagem em filmes (boa parte dos direitos sobre ele), que compartilha com a Marvel. Tanto que a empresa está fazendo filmes dos vilões e anti-heróis do Cabeça-de-Teia. Como Venom e Morbius. E Casa das Ideias não ganha um tostão por isso.
Nem com Killmonger sendo esfaqueado, ou um filme tão grande quanto Vingadores: Ultimato. O sangue não aparece. Você pode ver hematomas, sujeiras devido ao combate, mas não existe marcas pesadas. Em Coringa, que veio logo depois, o personagem título mata. Em seu apartamento, no metrô, durante um programa de TV, e para completar, pinta seu rosto com um sorriso feito de sangue. Na visão do diretor Zack Snyder, em Liga da Justiça da HBO Max, quando Lobo da Estepe é derrotado, ele tem sua cabeça decepada, caindo aos pés de Darkseid. Que cena impactante.
O reboot, Esquadrão Suicida foi tão bem, que gerou uma continuação. Um spin-off também criado pelo diretor James Gunn, do personagem Pacificador. Que também foi sucesso.

sábado, 19 de fevereiro de 2022

Johnny Depp e Amber Heard: como não devemos "santificar" pessoas

No longo processo de separação judicial dos dois, acusações de violência vieram dos dois lados e muita gente ficou confusa com o que realmente aconteceu.
Johnny Depp e Amber Heard se conheceram em 2009 nas gravações de Diário de Um Jornalista Bêbado. No filme, os dois interpretaram um par romântico. O affair começou pouco depois da conclusão das filmagens.
Em 2013, Johnny Depp terminou seu longo relacionamento com a modelo Vanessa Paradis, não apontando Heard como pivô. O novo casal fez sua primeira aparição pública no Annual Heaven Gala de 2014. Pouco tempo depois, Johnny Depp e Amber Heard anunciaram o noivado.
Johnny Depp e Amber Heard se casaram em 5 de fevereiro de 2015.
Durante as gravações do segundo filme do quarto filme de Piratas do Caribe, Johnny Depp supostamente saiu de uma discussão com Amber Heard com a mão machucada. Em março de 2015, o ator quebrou garrafas, um espelho e machucou novamente as mãos durante uma briga com a esposa.
Amber Heard deu entrada no processo de divórcio em 23 de maio de 2016, 15 meses após a cerimônia de casamento. Na época, a atriz justificou a separação alegando “diferenças irreconciliáveis”. A atriz também apresentou uma ordem de restrição contra o marido, utilizando uma foto machucada como prova das agressões. A ordem foi concedida.
A ordem de restrição contra Johnny Depp foi desconsiderada a pedido da atriz, que retirou suas acusações contra o então marido poucos dias antes de uma audiência judicial. O casal entrou em acordo em agosto de 2016, e Depp pagou 7 milhões de dólares para a ex-esposa. Amber Heard doou o dinheiro para o Hospital Infantil de Los Angeles e uma organização de caridade. O que pouca gente comenta, é que Amber queria ter a grana para entregar para o hospital, sendo que Johnny queria pagar direto a Los Angeles.
Em março de 2019, Johnny Depp processou Amber Heard por difamação. O ator pediu 50 milhões de dólares de indenização. Os advogados de Depp afirmaram que todas as acusações feitas no artigo de Amber Heard eram “categoricamente falsas”, e que testemunhas confirmariam que a atriz era, na verdade, a agressora.
Em abril de 2019, Amber Heard pediu judicialmente para o processo movido por Depp ser desconsiderado. A atriz afirmou que Depp foi violento em diversas ocasiões durante o relacionamento. Um mês depois, os advogados de Depp rebateram as declarações da atriz e afirmaram mais uma vez que Heard era a verdadeira agressora, e que teria criado cicatrizes com maquiagem.
A batalha judicial entre Johnny Depp e Amber Heard continua até hoje. A situação ficou mais complicada no início deste ano, quando uma gravação de áudio de uma sessão de terapia do casal vazou na internet. No registro, os dois artistas reconhecem ter “problemas de violência”, e Heard confessa já ter agredido o então marido.
Como podemos ver, nenhum dos dois está CERTO nessa história. Ambos tem problemas, mas há sempre pessoas a favor de um dos dois. Não deveriam. Pois ambos fizeram algo errado. Devem ser julgados e arcar com seus atos.
Podemos ver um caso nacional com Neymar, e a modelo que chamou para Paris. É fato que ela se utilizou disso, para arrancar dinheiro dele, ao qual o jogador poderia sair como inocente. Entretanto, ele postou fotos da moça nua, que ela enviou pra o rapaz. Agora, como podem falar que ele está certo?
Mas devemos nos lembrar que, quase sempre, é mais fácil que as mulheres sejam vítimas do que aconteceu.
Há casos em que um lado está certo e outro errado (como a polêmica de Justin Timberlake e Janet Jackson, ao qual ela mesmo sendo a vítima, ele foi vangloriado e "premiado" pela mídia, enquanto a moça ficou no limbo da mídia). Mas os casos anteriores demonstram que nem sempre é assim, as vezes é melhor não colocar nenhum dos dois lados no pedestal. Parem de santificar a galera.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

As influências de Star Wars

Star Wars se tornou um clássico dos filmes de ficção científica, mesmo que flerte bem mais com uma fantasia futurista. Entretanto, nós não podemos deixar de notar as influências que George Lucas trouxe em sua obra, desde o primeiro filme. Há muita coisa, dentro dessa obra, o que explica o motivo dele parecer tanto uma miscelânea de histórias. Ao mesmo tempo que cita uma ordem de cavaleiros, mostra caçadores de recompensa e trapaceiros carismáticos. Isso é o que torna esse mundo tão vasto, pois cada planeta, é um novo mundo, ou no caso, uma nova influência do autor.

Japão e os samurais: George Lucas é fã de Akira Kurosawa, diretor de obras-primas, como Roshamon e Os Sete Samurais. E ele transportou esse senso de honra dos personagens, para o seu filme, com Obi-Wan Kenobi, Luke Skywalker, Darth Vader e Palpatine. Sim, até mesmo os sith são inspirados no Japão e seus samurais, como as armaduras orientais, sem contar o kabuto. Esse último, com certeza influenciou o elmo/capacete de Darth Vader.
Mas falando sobre os parâmetros dos jedis e siths, há sim uma certa honra em cada um dos dois lados da Força. Os jedi (o certo é escrever sem o 's', também acontece com os sith) tem um código de honra seguido a risca, as vezes, isso era questionado. O que levava ao lado sombrio, em mais de um dos dois lados desse questionamento. E a ideia da "regra de dois", também demonstra certa honra, ou controle, no lado negro. E mesmo Darth Vader e outros sith tem certa honra no combate e tratamento com outros. Não muita, mas tem...
O velho oeste: Os filmes de far west (daí chamarmos de faroeste), são uma das influências que podemos notar em George Lucas. Onde os cowboys são bem mais espertos e perigosos, do que na vida real.
Assim como as obras de Kurosawa, clássicos do "bang, bang" geraram personagens icônicos. Tais como, Han Solo, Jabba The Hutt e Bobba Fett.
Han Solo, com certeza é inspirado nas figuras heroicas, mas que não seguem, nem jogam, pelas regras nessas obras cinematográficas. Jabba The Hutt era um daqueles líderes de cidades, que com violência, controlava tudo de forma bem clara. Por último, a figura do caçador de recompensas, durão, que não fala muito, ou nada, podemos associar a Bobba Fett.
Cavaleiros templários e a Távola Redonda: Dentro da história do cinema, sempre existem filmes com temática medieval. Nos de cavaleiros templários, podemos ter uma ideia de ordem, de grupo religioso, ao mesmo tempo militar. O que podemos notar com os jedi e sith. Além da honra oriental, notamos a filosofia quase religiosa, que no caso dos primeiros, veta o relacionamento, criando o celibato. E os sith nem citam isso, ao que parece.
Já no caso dos Cavaleiros da Távola Redonda, nós podemos ver isso através do Conselho Jedi. Afinal, tudo é decidido entre eles de forma igualitária (ou mais ou menos, como nos casos de Anakin Skywalker). Se tornando uma espécie de polícia espacial, se misturando até com o segundo ponto tratado nesse texto. Entretanto, ainda assim, há títulos como younglinks, padawans, cavaleiro e mestre jedi. O que demonstra alguns termos bem medievais.
Lawrence da Árabia: Acima de um personagem de filmes, T. E. Lawrence foi um herói real.
Thomas Edward Lawrence (16 de Agosto de 1888 - 19 de Maio de 1935), também conhecido como Lawrence da Arábia, e (aparentemente entre os seus aliados árabes) Aurens ou El Aurens, foi um arqueólogo, militar, agente secreto, diplomata e escritor britânico.
Tornou-se famoso pelo seu papel como oficial britânico de ligação durante a Revolta Árabe de 1916-1918. A sua fama como herói militar foi largamente promovida pela reportagem da revolta feita pelo viajante e jornalista estadunidense Lowell Thomas, e ainda devido ao livro autobiográfico de Lawrence, Os Sete Pilares da Sabedoria.
Podemos notar que, além do primeiro filme de Star Wars, temos na série O Livro de Boba Fett, uma clara homenagem, no ataque dos Tusken a um comboio do cartel Pike.