Eu compreendo que o RPG é visto como um quase-jogo. Mas muitos ignoram a origem do RPG, como wargames.
E que criou uma ideia de evolução do personagem (pelos pontos de experiência). Mas alguns jogos de RPG, não precisam ser apenas para evolução de um "poderoso" personagem. Vide Ordem Paranormal, e olha que nem gosto do sistema.
Quem evoluí seu personagem, ou seja, aprende mais sobre o mundo e sobre si, tem consequências danosas as vezes. Perdendo parte de sua personalidade, e até enlouquecendo. Isso pode ser transmitido como consequências do envelhecimento.
É algo que o RPG pode tratar. Diferente de outros jogos, tais qual os de tabuleiro que já propus em aulas (como Monopoly, para falar de características do Capitalismo, e outro que criei para explicar as consequências do Iluminismo), são mais rápidos. E tem seu valor, mas busca o conhecimento imediato.
Sempre temos que ver a realidade: cada meio de entretenimento, seja de artes ou de jogos, tem seu diferencial. Histórias em quadrinhos não são literatura, assim como RPG não são como os jogos de tabuleiro. Entretanto, um pode influenciar o outro a trabalhar com aspectos que ajudam determinadas áreas.
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