sábado, 23 de dezembro de 2023

Aitana López: Blade Runner? Cyberpunk? Nada... Veja a realidade com uma influenciadora de inteligência artificial


Uma agência de modelos de nome The Clueless decidiu apostar numa modelo e ‘influencer’ criada por uma Inteligência Artificial (IA) e que, de acordo com o fundador da agência, consegue ganhar até 10 mil euros por mês.
O fundador da The Clueless, de nome Rubeñ Cruz, contou à Euronews que decidiu criar esta IA depois de ter problemas em trabalhar com modelo/’influencers’ reais.
“Começamos a analisar como estávamos trabalhando e percebemos que muitos projetos estavam em suspenso ou eram cancelados devido a problemas fora do nosso controle”, contou Rubeñ Cruz. “Era muitas vezes culpa do influencer ou modelo e não devido a outras questões”.
O fundador da The Clueless nota que a criação desta IA se deveu ao desejo de “não estar dependente de outras pessoas que têm egos e manias”.
A IA criada pela agência assume a forma de uma mulher de 25 anos com cabelo rosa e que recebeu o nome de Aitana López. Atualmente conta com mais de 125 mil seguidores no Instagram.

domingo, 17 de dezembro de 2023

21 de Dezembro: O Dia do RPG Brasileiro!

Em 21 de Dezembro de 1991 foi lançado Tagmar, o primeiro RPG criado no Brasil. A partir de 2022 jogadores de RPG quer usar essa data para que seja comemorado o Dia do RPG Brasileiro.
Então, estão pedindo que em 21 de Dezembro de 2022, todos façam publicações em suas redes sociais sobre RPGs criado no Brasil que mais gostam, ou então, sobre os artistas brasileiros com as artes de RPG que mais curtem. Ou ainda, sobre os streams com conteúdos relacionados á RPG criados no Brasil que vocês estão seguindo, etc. E as compartilhem nos grupos de RPG colocando na publicação a hashtag #DRPGBR (Dia do RPG Brasileiro).
Não é necessário fazer algo que seja trabalhoso, ainda mais devido a data ser muito próxima às confraternizações de fim de ano. Não será um evento, é uma data para celebrarmos os RPGs que são produzidos no Brasil.

sábado, 9 de dezembro de 2023

O Portal: O primeiro Reality Show de RPG no Brasil (será que vai prestar?)

Todo jogador de Role-Playing Game (RPG) conhece muito bem o poder que esse hobby tem para atrair e unir pessoas geeks e nerds! Não foi diferente com a empresa de inovação 16 01 e com a produtora e desenvolvedora de conteúdo focado no universo geek, D20 Culture. Essa colaboração culminou no desenvolvimento do projeto “O Portal”, que se autodenomina como o pioneiro reality show de RPG no Brasil e com previsão de estreia já em 2024.
Você provavelmente já ouviu falar da D20 Culture, em especial devido a recente união de Fabio Porchat ao projeto, tornando-se sócio da empresa (saiu até na Forbes). E ele está confirmado como apresentador da primeira temporada.
Até agora sabe-se pouco sobre o projeto, mas mesmo assim estamos muito animados! Em entrevistas recentes os líderes das empresas comentam que estrutura desse programa de televisão em formato de reality se baseará na atuação dos participantes em uma narrativa. Nesse contexto, não se observará uma competição direta, mas sim a formação de uma equipe única. Os participantes, de maneira colaborativa, enfrentarão os desafios apresentados pela trama.
A comunidade tem recebido a notícia com felicidade, visto que tal iniciativa pode alavancar o hobby e trazer novos jogadores, que aumentam naturalmente o consumo e geram demanda por mais produtos, fechado assim um ciclo virtuoso e desejado de crescimento.
Por outro lado, tem sempre uma galera que fica meio receosa… talvez em relação à abordagem que será realizada pela equipe desse projeto, visto que o RPG é muito flexível em sua forma e em sua execução. Assim fica a pergunta: Qual será o primeiro impacto a ser causado pela abordagem dessa iniciativa no público em geral?

sábado, 2 de dezembro de 2023

Para o Homem que Tinha Tudo (ou o episódio que Alan Moore permitiu ser feito)

No dia 8 de Agosto de 2004, o episódio “For the Man Who Has Everything” de Dan Riba foi ao ar.  Adaptado da história de Alan Moore e Dave Gibbons 'Superman' de mesmo nome com o roteiro do episódio escrito por J.M. Dematteis, Batman (Kevin Conroy) e Mulher Maravilha (Susan Eisenberg) vão para a Fortaleza da Solidão para surpreender Superman (George Newbern) com  presentes para seu aniversário. De repente, a dupla descobre que o governante do War World, Mongul (Eric Roberts), usou o Black Mercy, um parasita alienígena que prende suas vítimas em um estado de coma semelhante a um sonho, no Superman que está incapacitado.  Enquanto a Mulher Maravilha tenta lutar contra Mongul com seus esforços inúteis, Superman se imagina vivendo em um próspero Krypton com sua esposa e filho.
Vendo lentamente as rachaduras nesta vida 'perfeita', Superman é capaz de se libertar e atacar Mongul. Durante a luta, o Batman é preso pelo Black Mercy com ele imaginando quando era jovem e voltando do cinema para casa com seus pais, Thomas (Conroy) e Martha Wayne.  Neste mundo dos sonhos, quando o assaltante Joe Chill (Conroy) tenta atacar os pais de Bruce, Thomas é capaz de dominar Chill com Bruce torcendo por ele.  Enquanto Bruce está se libertando desse estado de sonho, ele se torna realidade com Thomas e Martha sendo baleados por Chill.
Embora Superman tenha se distraído com a estátua de seus pais, lembrando-se de Krypton, e Mongul use isso para quase derrotá-lo, a Mulher Maravilha coloca a Misericórdia Negra no senhor da guerra, que fica incapacitado, mas visualiza gritos e tristeza do planeta Terra em seu mundo perfeito.  O primeiro episódio apresentando apenas a Trindade da DC (Batman, Superman e Mulher Maravilha) no clássico DC Animated Universe, “For the Man Who Has Everything” de Riba celebra uma das maiores histórias do Superman em seus 85 anos de mitologia.
Em resumo, podemos ver como uma obra foi REALMENTE bem trabalhada para mostrar sua história original. Mesmo com adaptações (o personagem do segundo Robin, Jason Todd, está com o Batman nessa história em quadrinhos). Lembrando que Alan Moore é um crítico ferrenho de suas adaptações, até os dias de hoje. Ter a "benção" do mago dos quadrinho é algo único e "mágico" mesmo.

sábado, 18 de novembro de 2023

Canais no Youtube sobre RPG (Mundo das Trevas)

Canais de RPG no Youtube podem lhe ajudar a criar histórias, elaborar plots ou até ensinar novatos a jogar RPG. De qualquer forma, a intenção aqui do blog, é divulgar essa galera maravilhosa.
Inicialmente eu coloquei aqui a galera do World of Darkness. Pois como um sistema mais pesado, achei que seria bom começar com algo mais sombrio e cheio de conteúdo sobre o assunto. O que acham? 

Fábulas Cotidianas RPG:
Feito por Rodrigo Pontes Gonçaes (um maravilhoso designer, que contribuí sempre com a banda Projeto Mayhem) canal de rpg de mesa com séries, minisséries, vídeos sobre lore, histórias de terror, cinema e cultura geek. Eu amo, em especial, seus vídeos sobre Vampiro A Máscara. Procurem.
Segredos de Narrador:
Um canal que revela segredos pra quem gosta de RPG. Lore de Vampiro: a Máscara e dicas para iniciantes. Mas ao que parece, é tratar sobre toda a história de Mundo das Trevas. Elaborado de um jeito simples, mas com uma grande pesquisa por parte de Ro Tico Amadeu. Excelente!
Droga de Canal:
Elaborado por Lucas Rosa. Papo descontraído sobre a arte do RPG e seus processos de criação, com uma visão moderna sobre as obras. Ele lê cada um dos livros de World of Darkness, desde a Primeira Edição. Então podemos ver a evolução dos livros (ou não, em alguns casos).
Tati MalkaviAngel:
Canal voltado para Vampiro: a Máscara e Mundo das Trevas. Ela compreende muito sobre as regras e como deixar a gameplay fluída, sem deixar de lado a narrativa em campanhas. Recomendo para quem quer pegar as nuances de um cainita.
Vale das Trevas - Da ponte pra cá:
Um podcast descontraído e de qualidade, falando sobre Mundo das Trevas. Atravesse a ponte e se divirta. Com membros do Crônicas da Meia-Noite, que fazem lives. Aliás, falarei sobre eles quando tratar de jogatinas ao vivo.

sábado, 11 de novembro de 2023

O macho tóxico e o que tem haver com um live-action

Há duas definições, hoje em dia, para macho: a primeira, que é a mais simples, só quer definir uma pessoa como sendo do sexo masculino, ou como ela se define, como no caso de homens transexuais; já a outra é quando um sujeito quer se definir como homem com H, redpill, alpha e qualquer merda que alguém criou só para parecer um escroto que define coisas como achar melhor, trazendo um conservadorismo idiota e sem noção. É um tipo de pessoa que não coloca opiniões formadas por fatos, mas com suposições tiradas da bunda muitas vezes. 
Do que trato? De alguém falando mal da adaptação em live-action de Yuyu Hakusho.
A obra, se baseia no mangá e anime de sucesso de Yoshihiro Togashi, que também criou Level E e HunterXHunter. Na trama, vemos o jovem Yusuke Urameshi que morreu, tentando voltar para seu corpo e sua vida, devido ao fato de não ser o momento de ir para o Outro Mundo. Entretanto, ao renascer, ele se torna um detetive espiritual, um humano com ligação ao outro mundo, e que deve resolver os problemas causados por seres sobrenaturais. E assim, como diversas obras, Yuyu vai ter uma adaptação em live-action pela Netflix.
Já tivemos Death Note (odiada pela clara mudança em diversos aspectos da obra), Fullmetal Alchemist (que só é fraca e cheia de perucas CLARAMENTE falsas) e One Piece (que foi amada por uma grande parcela dos fãs, sejam antigos ou novos). 
E ai me aparece o fã, que precisa demonstrar que tem um pinto, ao invés de um cérebro, para reclamar de um produto que ainda não saiu! É o cúmulo do nerdola.
Para eu poder falar mal de algo, eu preciso ler ou assistir uma obra. Posso não gostar de funk? Claro, é seu direito. Mas conhece alguma letra sequer desse artista, que canta? Então, é como eu falar que uma pizza é ruim, se nunca provei na vida. Ou seja, é idiota e infantil demais. E aí está minha crítica. A infantilidade de figuras, supostamente adultas, deturpa a visão que muitos tem sobre animes, mangás, séries, filmes, músicas e outras obras audiovisuais, impedindo de pessoas aproveitarem realmente o que querem. Pois um grupo vai contra aquilo. Não por ser maior ou menor, mas por puro preconceito impedindo as opiniões melhores.